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quinta-feira, 1 de março de 2018

Rússia anuncia novo míssil nuclear e ameaça os Estados Unidos


O presidente russo Vladimir Putin disse nesta quinta-feira (1º) que o país desenvolveu uma nova linha de armas nucleares que incluem mísseis que não podem ser detectados pelos sistemas de defesa.

O anuncio foi feito em seu discurso sobre o Estado da Nação, que foi transmitido pela TV para todo o país.

Segundo Putin, a decisão russa de ampliar seu arsenal nuclear foi tomada depois que os Estados Unidos decidiram deixar um acordo antimísseis assinado em 1972. "Na ocasião, vocês não ouviram nosso país. Então nos ouçam agora", disse ele, em um recado direto para Washington.

"Nós consideraríamos qualquer uso de armas nucleares contra a Rússia ou aliados como um ataque nuclear contra o nosso país. A resposta seria imediata", disse ele.

Putin afirmou ainda que o novo míssil pode atingir qualquer lugar do mundo e pediu que os russos sugiram um nome para o equipamento. Ele anunciou ainda um drone capaz de carregar uma ogiva nuclear e que pode ser usado embaixo da água.

De acordo com ele, os dois equipamentos estão sendo testados desde o fim de 2017.
Eleições

A fala foi feita 17 dias antes da eleição presidencial, na qual Putin é amplo favorito para conquistar seu quarto mandato no comando do país. Além das declarações sobre as armas, o discurso teve ainda promessas de melhoria da economia russa.

segunda-feira, 19 de junho de 2017

Origens - Terra Viva



Nesta temporada compreenderemos mais sobre o terceiro planeta do sistema solar: o nosso lar. Enquanto fazemos um estudo sobre a sua geografia, acompanhe-nos em nossa jornada pela Islândia, onde é possível observar diversos fenômenos físicos, biológicos e humanos que afetam a Terra. Estréia 01 de Julho na TV Novo Tempo! #OrigensNT #TerraViva

Jogo de descoberta geográfica te desafia a reconhecer paisagens

Um jogo baseado no Google Street View te leva para diversos lugares do mundo e propõe um desafio: colocar no mapa onde está a paisagem mostrada na tela.

GeoGuessr é um game de descoberta geográfica que pode ser usado como uma maneira de aguçar a nossa percepção da paisagem.
Para acertar o lugar em que estamos, temos que prestar atenção no tipo de vegetação, no idioma da placas de trânsito, na fisionomia da população e em diversos outros elementos que dão pistas preciosas sobre a localidade visitada.

Para mim, o mais legal é jogar por regiões, pois, assim, começamos com uma pista e sabemos quais tipos de vegetação e as paisagens que vamos encontrar, por exemplo.
A mecânica do jogo é inspiradora! É possível até desafiar um amigo (para isso, é preciso criar uma conta).

segunda-feira, 24 de abril de 2017

terça-feira, 4 de abril de 2017

Brasil desenvolve combustível limpo para foguetes e satélites


Foguetes a etanol
O Brasil acaba de desenvolver um novo tipo de combustível para a propulsão de motores de foguetes usados no lançamento de satélites artificiais e nos próprios satélites.

O país também está desenvolvendomotores e um foguete completo movido a etanol, em uma parceria com a agência espacial alemã (DLR), que anunciou recentemente progressos nos testes iniciais.

Já o novo combustível à base de etanol foi criado por pesquisadores do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

Reação hipergólica
O combustível utiliza uma combinação de etanol e etanolamina que reage com peróxido de hidrogênio, a popular água oxigenada, concentrado a 90%. A mistura desses elementos, catalisada por sais de cobre, entra em combustão espontaneamente, culminando na propulsão do foguete.

Trata-se de uma reação hipergólica, que gera ignição espontaneamente apenas pelo contato dos componentes químicos, sem a presença de fontes externas para a ignição.

"Descobrimos que o etanol funciona muito bem nessa reação. Com ele, o atraso de ignição é bem menor, aumenta o desempenho do motor e reduz os custos do combustível. A decomposição do peróxido a 90% eleva muito a temperatura do sistema, o que facilita na ignição do motor", explicou Ricardo Vieira, chefe do Laboratório Associado de Combustão e Propulsão (LCP).

Segundo Vieira, o novo propelente é mais adequado para uso em motores de apogeu, usados na transferência de órbita de satélites, ou nos últimos estágios dos veículos lançadores.

Barato e fácil de manipular
O combustível brasileiro apresenta vantagens em relação aos propelentes comumente usados pela indústria espacial no mundo, como a hidrazina e o tetróxido de nitrogênio.

Estes dois combustíveis, que não são produzidos pelo Brasil, são caros. Um quilograma (kg) de cada uma dessas substâncias é cotado a cerca de R$ 1 mil. Além disso, a hidrazina e seus derivados são cancerígenos, e o tetróxido de nitrogênio pode ser fatal após poucos minutos de exposição, mesmo a baixas concentrações no ar.

Já o combustível brasileiro à base de etanol tem um custo médio de R$ 35 por kg, e não oferece risco. Além disso, a concentração do peróxido de hidrogênio a 90% é feita no próprio laboratório do INPE.

"A eficiência é próxima à dos propelentes tradicionalmente utilizados em propulsão, a hidrazina e o tetróxido de nitrogênio. A vantagem que temos são o preço e a segurança no manuseio dos componentes, que não poluem o meio ambiente," ressaltou o pesquisador.
Fonte: Inovação Tecnológica

sexta-feira, 3 de março de 2017

A extinção dos dinossauros

Museu de História Natural de NY
Semelhanças entre as propostas evolucionista e criacionista

A maioria das pessoas aprendeu na escola que os dinossauros foram extintos devido à queda de um asteroide há 65 milhões de anos. Essa hipótese foi apoiada inicialmente em 1978 com a descoberta de uma fina camada de irídio nas rochas que se formaram no fim do período Cretáceo. O irídio é um elemento raro no planeta Terra, mas é encontrado com frequência em asteroides e cometas. A segunda evidência a favor do impacto do asteroide veio com a descoberta de uma enorme cratera soterrada em Chicxulub, no Estado de Yucatán, México, medindo cerca de 180 quilômetros de diâmetro.[1] Em 1980, o geofísico Luiz Alvarez, da Universidade da Califórnia, foi o responsável por apresentar a hipótese de que os dinossauros foram extintos devido ao impacto de um gigantesco asteroide. Ele formulou essa ideia a partir de dados que recolheu em campo.[2]

Durante os últimos 30 anos, essa hipótese vigorou, embora muitas outras hipóteses também tenham sido elaboradas e divulgadas concomitantemente pela comunidade científica.[3] A seguir apresentaremos, em ordem cronológica, as principais hipóteses evolutivas para a extinção dos dinossauros desenvolvidas nos últimos anos, a fim de compará-las com as características que já têm sido descritas e divulgadas há dezenas de anos pelo modelo criacionista.

A extinção se deu por combinação de impacto extraterrestre e outros eventos descritos na Bíblia. Em 1994, um estudo realizado por geólogos sugeriu que um ou mais asteroides teriam se chocado contra a Terra em 7640 a.C. (±200), tendo outro fragmento menor se chocado em 3150 a.C. (±200).[4] Por meio de estudos históricos, estratigráficos de tectitos, dendrocronologia e núcleos de gelo extraídos de Camp Century, Groenlândia, foi possível chegar a resultados que poderiam explicar as extinções do Holoceno e a origem de eventos relacionados ao relato bíblico do dilúvio.

A extinção se deu devido ao impacto de asteroide da família Baptistina. Em 2007, estudo feito com modelos computacionais publicado na revista Nature sugeriu que um “engavetamento” de asteroides causou grande colisão de uma rocha de 170 quilômetros de diâmetro há 160 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista).[5] Essa colisão teria provocado uma chuva de asteroides a partir dos fragmentos (de rochas visíveis hoje e conhecidas como família Baptistina) lançados pelo sistema solar, e um deles mais tarde se chocou contra a Terra iniciando um processo que acabou com os dinossauros. Outros fragmentos caíram na Lua, em Vênus e em Marte, criando grandes crateras.

A extinção não foi causada pelo impacto de asteroide. Em 2009, um estudo sugeriu que o impacto do asteroide (Península de Yucatán) não teve o efeito dramático na diversidade de espécies, pois teria ocorrido pelo menos 300 mil anos antes da extinção.[6] Durante escavações na cratera de Chicxulub, na região de El Penon, México, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto (fronteira KT) e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes. Segundos os cientistas, “não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub”.


A extinção foi gradual até o período Paleoceno. Em 2009, um estudo sugeriu que alguns dinossauros sobreviveram até o Paleoceno e, portanto, a extinção dos dinossauros teria sido gradual.[7] Porém, muitos céticos contra-argumentaram que os fósseis analisados pudessem ter sido reformulados geologicamente, isto é, lavados e arrastados por córregos e rios para fora de seus locais originais e, em seguida, reenterrados em sedimentos muito posteriores. Em 2012, a fim de evitar novas alegações de reformulações geológicas, o mesmo autor do estudo publicou outra pesquisa na qual usou um novo método de datação para analisar diretamente uma amostra de osso fóssil (não a rocha onde ele foi encontrado) de um dinossauro saurópode e determinou que esse osso tem 64,8 ± 0,9 milhão de anos, portanto, 700 mil anos mais jovem do que qualquer outro osso de dinossauro conhecido (relativo ao Paleoceno, primeira época do Paleogeno).[8] Os autores confirmaram que as áreas de amostragem dos ossos analisados representaram sistemas geoquímicos fechados a partir do momento da sua mineralização original até o presente. Eles encontraram uma concentração de 34 ossos (não espalhados, como seria de se esperar) de um mesmo hadrossauro na rocha calcária de San Juan, sem sinais de desgaste e erosão.

A extinção se deu devido ao frio repentino seguido por outras mudanças ambientais. Em 2010, cientistas afirmaram que os dinossauros não foram extintos pela ação de um cometa, mas por uma queda brusca de temperatura.[9] Segundo o estudo, fósseis encontrados na Noruega indicam que a temperatura dos mares caiu de uma variação entre 9 ºC e 13 ºC para entre 4 °C e 8 °C há cerca de 137 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista). Os pesquisadores atribuem o frio a uma mudança repentina na corrente do Golfo, no Oceano Atlântico, fenômeno que poderia voltar a acontecer. De acordo com os cientistas, a extinção dos dinossauros foi resultado de uma série de eventos ambientais que começaram com a mudança na temperatura, ao contrário do que diz a teoria mais aceita: que a extinção foi resultado de um evento cataclísmico – como a queda de um meteoro.

A extinção se deu por múltiplos fatores resultantes do impacto de asteroide. Em 2010, um estudo sugeriu que o impacto de um asteroide como o de Yucatán teria liberado um milhão de vezes mais energia do que qualquer bomba atômica já testada.[10] Segundo os pesquisadores, o impacto liberou grandes quantidades de água, poeira, gases e partículas de carboneto e fuligem, o que teria causado um bloqueio da luz solar e o consequente esfriamento da Terra. Ademais, a grande quantidade de enxofre liberada pela colisão contribuiu para a formação de chuvas ácidas na terra e nos oceanos, e também teria tido um efeito na queda da temperatura. Além disso, o impacto provocou incêndios de grande escala, terremotos com mais de 10 pontos na escala Richter e deslizamentos de dimensões continentais, que, por sua vez, causaram tsunamis muitas vezes maiores do que a onda que se formou no Oceano Índico e atingiu a Indonésia, em dezembro de 2004. Todas essas catástrofes associadas teriam causado o desaparecimento de cerca de 70% de todas as espécies que habitavam a Terra na época.

A extinção continua um mistério em relação à origem do meteoro de Yucatán.Pesquisas anteriores sugeriam que um corpo celeste se chocou contra outro asteroide do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter há [supostos] 160 milhões de anos, que se despedaçou em fragmentos gigantescos. Um deles acabou atingindo a Terra, no que hoje é a península de Yucatán. Porém, um estudo realizado pela Nasa em 2007 analisou com instrumentos infravermelhos da sonda WISE 120 mil asteroides, entre eles 1.056 da família Baptistina, que alguns acreditavam ser responsável pelo desaparecimento dos dinossauros, e revelou que o asteroide Baptistina não é provavelmente o culpado, mantendo aberto o caso como um dos maiores mistérios da Terra.[11]

A extinção se deu exclusivamente por atividade vulcânica na região da Índia.Segundo resultados apresentados em 2011 durante o encontro anual da União Americana de Geofísica, em São Francisco, EUA, a atividade vulcânica na região onde atualmente está a Índia, e não um asteroide, teria causado a morte dos dinossauros.[12] Ao longo de dezenas de milhares de anos, a lava escorreu do planalto de Deccan, uma região vulcânica perto de onde atualmente está a cidade de Mumbai. Essa atividade teria expelido toneladas de níveis tóxicos de dióxido de carbono na atmosfera e provocado a extinção em massa por conta de um aquecimento global e acidificação dos oceanos. O estudo mostra que o planalto de Deccan – uma das maiores províncias vulcânicas do mundo – já existia antes da extinção dos dinossauros e pode ter contribuído total ou parcialmente para a morte em massa.

A extinção se deu pela combinação de vulcanismo e chuva de asteroides. Em 2011, um estudo sugeriu que os dinossauros foram extintos devido a duas catástrofes sem precedentes: erupções vulcânicas, principalmente, e chuva de meteoritos, como consequência secundária.[13] Segundo os estudiosos, a maioria das criaturas já havia sido morta por erupções colossais de um vulcão três vezes maior que a França, no momento em que aconteceu o impacto do asteroide. Para os pesquisadores, a erupção vulcânica teria ocorrido há cerca de 65 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista), produzindo os maiores rios de lava da história do planeta, alterando o clima e a atmosfera terrestre. O impacto das catástrofes teria deixado a Terra inabitável por pelo menos 500 mil anos.

A extinção foi repentina (não gradual) devido ao impacto. Em 2012, pesquisadores analisaram fósseis de dinossauros saurópodes encontrados nas montanhas dos Pirineus, na fronteira entre França e Espanha, e seus resultados reforçaram a hipótese de que a extinção desses animais foi repentina e ocorreu, provavelmente, como consequência do impacto de um asteroide sobre a Terra.[14] O resultado da análise desses fósseis mostra que esses saurópodes mantiveram sua diversidade até a extinção, o que indica que ela ocorreu de forma repentina e não gradual.


Fóssil da cabeça de um T-Rex

A extinção se deu por impacto de asteroide e tempestade de fogo. Em 2013, um estudo sugeriu que o asteroide e os efeitos resultantes dele tenham causado uma tempestade de fogo global que seria parte da explicação da extinção.[15] Entretanto, o que eles não explicam é o fato de que tempestade de fogo, nuvem de poeira e terremotos por si só não explicam a imensa quantidade de formações fósseis de dinossauros espalhados pelo mundo, incluindo a Antártica. Tanto é que uma equipe de cientistas do Reino Unido apontou um buraco na teoria da tempestade de fogo.[16]

A extinção se deu pela combinação de mudanças climáticas e baixa diversidade de herbívoros. Em 2015, um estudo publicado na revista Biological Reviews afirmou que os dinossauros foram vítimas de uma combinação mortal – as mudanças ambientais devastadoras e a baixa diversidade de herbívoros, que serviam como base da cadeia alimentar.[17] Há [supostos] 160 milhões de anos, na Terra, as mais de dez mil espécies de dinossauros viviam uma situação sem precedentes. A erupção de vulcões como o Deccan Traps, onde hoje está a Índia, provocou chuva ácida, mudanças na temperatura global e chegou a ser considerada a maior causa da dizimação dos grandes répteis. O asteroide teria apenas matado os poucos sobreviventes. As primeiras vítimas do caos ambiental foram os herbívoros. A queda na diversidade das espécies que se alimentavam de plantas prejudicou os carnívoros, seus predadores, que se tornaram mais vulneráveis às mudanças da biosfera.

A extinção se deu por erupções vulcânicas resultantes do impacto meteorítico. Estudos realizados entre 2015 e 2016 contestaram a ideia de que o enorme meteorito que supostamente teria atingido o planeta há 66 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista) fosse o único culpado.[18, 19] A extinção dos dinossauros teria ocorrido devido à série de potentes erupções vulcânicas causadas pelo impacto, gerando mudanças climáticas. Portanto, Paul Renne, pesquisador que liderou um dos estudos divulgado na revista Science, sugeriu que ambos os acontecimentos são responsáveis. Não um ou o outro.[18] O estudo se utilizou de análises da atividade vulcânica onde hoje é a Índia, que indicaram que os vulcões duplicaram suas erupções no Planalto de Deccan durante os 50 mil anos que se seguiram ao impacto do asteroide, e durante os quais ocorreu a maior extinção em massa do planeta.

A extinção se deu pelo frio resultante do impacto de um meteorito. Em 2016, um estudo contestou a hipótese de que a extinção dos dinossauros tivesse ocorrido devido à poeira levantada pelo impacto.[20] Em vez disso, a análise sugeriu que o enxofre tivesse sido liberado pelo impacto de um meteorito que esfriou a Terra e contribuiu para a sentença de morte dos dinossauros. Após o impacto, o enxofre presente abundantemente naquela região foi liberado na atmosfera, onde se transformou em aerossóis de sulfato, provocando um período de frio e trevas.

A extinção foi gradual devido a desastres vulcânicos e mudanças ambientais. Em 2016, um estudo sugeriu que apenas o impacto de Yucatán não seria suficiente para a extinção dos dinossauros.[21] A pesquisa diz que já havia desastres vulcânicos acontecendo durante milhares de anos, que vinham contribuindo para o enfraquecimento da linhagem e a extinção de diversas espécies. Portanto, a extinção teria sido gradual, tendo seu início 24 milhões de anos antes do impacto de Chicxulub, no México. O estudo também revelou um aumento no nível do mar durante esse período, reforçando a hipótese de que isso poderia provocar uma fragmentação do habitat, deixando alguns animais isolados e reduzindo a capacidade de reprodução. O estudo nos permite entender que novas espécies não estavam sendo produzidas tão rapidamente quanto as espécies que foram extintas. Isso possivelmente tornou os dinossauros vulneráveis ​​a mudanças ambientais drásticas – especialmente a algo como um “apocalipse”.

Até aqui apresentamos os principais modelos evolutivos que têm sido elaborados na tentativa de explicar a extinção dos dinossauros. Mas qual é o modelo adotado pela comunidade de cientistas criacionistas? Seria também um modelo baseado em “evidências”? Há dados científicos que o apoiam? A resposta é sim! A propósito, ao analisarmos os modelos evolutivos apresentados acima, percebemos que muitos de seus argumentos se assemelham ao que o modelo catastrofista do dilúvio já prevê há bem mais tempo.

O geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Jr., em seu livro Uma Breve História da Terra, conta que nas seis missões do Projeto Apollo (1969 a 1972), desenvolvidas pela Nasa, foram coletados mais de 380 kg de amostras de solos das crateras de impacto e rochas da superfície da Lua.[22] O resultado das análises das amostras sugere que todas tinham a mesma “idade”. Em outras palavras, é possível que a Lua tivesse sido vítima de um gigantesco e violento episódio, conhecido como o “grande bombardeamento”, que teria afetado de igual modo todo o Sistema Solar.

Quem não lembra da ordem dos planetas no Sistema Solar? Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter... Entre Marte e Júpiter parece que falta um planeta. O espaço é ocupado por um cinturão de asteroides. O mesmo fenômeno que causou os impactos na Lua pode ter atingido a Terra. Se realmente houve um planeta entre Marte e Júpiter, e se por algum motivo ele explodiu, isso explicaria muito bem esse bombardeamento de meteoritos e até mesmo os cometas. Há muitas evidências de que a Terra também passou por um tremendo bombardeamento de meteoritos no passado, só que aqui existem as intempéries que acabam mascarando ou mesmo eliminando algumas marcas de impacto.

Há muito tempo pesquisadores criacionistas, como o Dr. Nahor, vêm defendendo a correlação entre bombardeio de múltiplos meteoritos, extensos derrames de material vulcânico e um cataclismo hídrico ocorridos praticamente ao mesmo tempo. Em Uma Breve História da Terra, o Dr. Nahor apresenta dados coletados em pesquisas feitas por ele durante vários anos e fala a respeito da Bacia do Paraná, por exemplo, que se estende por milhões de quilômetros quadrados e que em algum momento no passado foi coberta com tremenda quantidade de lava.[22] Extinções em massa, extravasamento de material vulcânico, tectônica de placas, intensa queda de meteoritos – tudo isso é previsto no modelo diluvianista do Dr. Nahor e outros estudiosos criacionistas.

Então, aquela história de um grande meteorito que teria levado os dinossauros à extinção é verdadeira? Em parte. O modelo criacionista prevê que apenas um meteorito provavelmente não seria capaz disso nem responderia pela existência de tantos fósseis no mundo inteiro. Mas pense numa enxurrada de meteoritos caindo em terra e mar há bem menos tempo do que supõe a esticada cronologia evolutiva. Os que caíram na terra acabaram rachando a crosta, dando origem aos deslocamentos de placas tectônicas, aos terremotos e aos derrames de lavas. Os que caíram em mar poderiam gerar tsunamis de centenas de metros de altura, varrendo os continentes e destruindo tudo pela frente, sepultando quantidades incríveis de rochas, plantas e animais.

Portanto, quando analisamos o modelo catastrofista do dilúvio em contraste com os outros modelos evolutivos, percebemos que, individualmente, nenhuma das hipóteses evolutivas consegue explicar a imensa quantidade de formações fósseis que temos hoje em nosso planeta. Por isso, quanto mais os cientistas evolucionistas tentam inferir o cenário da extinção e formação dos fósseis de dinossauros, mais o dilúvio de Gênesis se afigura como a explicação perfeita para o que encontramos hoje no registro geológico. Imagine a cena em que o impacto de inúmeros asteroides (não apenas um) resultou no rompimento da crosta terrestre com liberação de água sob pressão e muitos derrames de lava (em quantidade hoje praticamente inacreditável, não fosse o registro geológico para atestar isso) e muita, muita água – fator que explicaria a fossilização em massa de incontáveis espécimes, não apenas dinossauros.

Aliás, se os dinos tivessem morrido por causa de nuvens tóxicas ou algo assim, o cadáver deles teria ficado exposto e decomposto, não fossilizado, o que depende de sepultamento rápido em água e lama. A propósito, um fator que foi ignorado (quase completamente) entre as pesquisas evolutivas, mas que, de igual modo, parece estar se tornando consenso é que grande parte dos dinossauros morreu repentinamente. Além disso, os fósseis também revelam sinais de agonia e morte por sufocamento.[23-25]
Pelo visto, meteoritos, tectonismo, derrames de lava, inundação, extinções em massa, épocas do gelo, etc., são eventos interligados que poderiam compor um único cenário catastrófico ocorrido há alguns milhares de anos. Um evento chamado dilúvio.

(Michelson Borges é jornalista pela UFSC, autor de livros sobre criacionismo e mestre em teologia pelo Unasp; Everton F. Alves é mestre em Ciências [Imunogenética] pela UEM e diretor de ensino do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira [NUMAR-SCB]; seu e-book pode ser lido aqui)

Fonte: Criacionismo

Referências: [1] Hildebrand AR, Pilkington M, Connors M, Ortiz-Aleman C, Chavez RE. Size and structure of the Chicxulub crater revealed by horizontal gravity gradients and cenotes. Nature. 2002; 376:415-417.
[2] Alvarez LW, Alvarez W, Asaro F, Michel HV. Extraterrestrial Cause for the Cretaceous Tertiary Extinction. Science. 1980; 208(4448):1095-1108.
[3] Renne PR, et al. Time Scales of Critical Events Around the Cretaceous-Paleogene Boundary. Science. 2013; 339(6120):684-687.
[4] Kristan-Tollmann E, Tollmann A. The youngest big impact on Earth deduced from geological and historical evidence.Terra Nova 1994; 6(2):209-17.
[5] Bottke WF, Vokrouhlický D, Nesvorný D. An asteroid breakup 160 Myr ago as the probable source of the K/T impactor. Nature. 2007; 449(7158):48–53.
[6] Keller G, Adatte T, Juez AP, Lopez-Oliva JG. New evidence concerning the age and biotic effects of the Chicxulub impact in NE Mexico. Journal of the Geological Society 2009; 166(3):393-411.
[7] Fassett JE. New geochronologic and stratigraphic evidence confirms the Paleocene age of the dinosaur-bearing Ojo Alamo Sandstone and Animas Formation in the San Juan Basin, New Mexico and Colorado. Palaeontologia Electronica 2009; 12(1):3A:146p. Disponível em: http://palaeo-electronica.org/2009_1/149/149.pdf/
[8] Fassett JE, Heaman LM, Simonetti A. Direct U-Pb dating of Cretaceous and Paleocene dinosaur bones, San Juan Basin, New Mexico. Geology. 2012; 40(4):e260-e261. Disponível em: http://geology.gsapubs.org/content/40/4/e260.full
[9] Price GD, Nunn EV. Valanginian isotope variation in glendonites and belemnites from Arctic Svalbard: Transient glacial temperatures during the Cretaceous greenhouse. Geology. 2010;38(3):251-254.
[10] Schulte P, et al. The Chicxulub Asteroid Impact and Mass Extinction at the Cretaceous-Paleogene Boundary. Science. 2010;327(5970): 1214-1218.
[11] Origin of Dinosaur-Killing Asteroid Remains a Mystery Mission News, NASA (19/09/2011). Disponível em:https://www.nasa.gov/mission_pages/WISE/news/wise20110919.html
[12] Keller G. The Cretaceous–Tertiary mass extinction: theories and controversies. In: Keller G, Adatte T. (Eds.) The End-Cretaceous Mass Extinction and the Chicxulub Impact in Texas. Tulsa: SEPM (Society for Sedimentary Geology) Special Publication 100:7-22, 2011. Disponível em:https://geoweb.princeton.edu/research/keller/pubs/Keller_2011_SEPM_100_KT_controv.pdf
[13] Keller G, et al. Deccan volcanism linked to the Cretaceous-Tertiary boundary mass extinction: New evidence from ONGC wells in the Krishna-Godavari Basin. Journal of the Geological Society of India 2011; 78(5):399-428.
[14] Vila B, et al. The diversity of sauropod dinosaurs and their first taxonomic succession from the latest Cretaceous of southwestern Europe: Clues to demise and extinction. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology 2012; 350-352:19-38.
[15] Morgan JV, Artemieve N, Goldin T. Revisiting wildfires at the K–Pg boundary. Journal of Geophysical Research: Biogeosciences 2013; 118:1508–1520.
[16] Belcher CM, et al. An experimental assessment of the ignition of forest fuels by the thermal pulse generated by the Cretaceous–Palaeogene impact at Chicxulub. Journal of the Geological Society of London 2015;172: 175–185.
[17] Brusatte SL, et al. The extinction of the dinosaurs. Biological Reviews 2015;90(2):628-642.
[18] Renne PR, Sprain CJ, Richards MA, Self S, Vanderkluysen L, Pande K. State shift in Deccan volcanism at the Cretaceous-Paleogene boundary, possibly induced by impact. Science. 2015; 350(6256):76-8.
[19] Peterson SV, Dutton A, Lohmann KC. End-Cretaceous extinction in Antarctica linked to both Deccan volcanism and meteorite impact via climate change. Nat Commun. 2016; 7(12079):1-9.
[20] Brugger J, et al. Baby, it's cold outside: Climate model simulations of the effects of the asteroid impact at the end of the Cretaceous. Geophysical Research Letters 2016: 44.
[21] Sakamoto M, et al. Dinosaurs in decline tens of millions of years before their final extinction. PNAS. 2016;113(18):5036-5040.
[22] Souza Jr NN. Uma breve história da Terra. 2. Ed. Brasília: SCB, 2004. 208p.
[23] Faux CM, Padian K. The opisthotonic posture of vertebrate skeletons: post-mortem contraction or death throes?Paleobiolology 2007;33(2):201–226.
[24] Cutler A, Britt B, Scheetz R, Cotton J. The Opisthotonic Death Pose as a Function of Muscle Tone and Aqueous Immersion. Journal of Vertebrate Paleontology, SVP Program and Abstracts Book, 2011, p.95.
[25] Reisdorf AG, Wuttke M. Re-evaluating Moodie’s Opisthotonic-Posture Hypothesis in Fossil Vertebrates Part I: Reptiles—the taphonomy of the bipedal dinosaurs Compsognathus longipes and Juravenator starki from the Solnhofen Archipelago (Jurassic, Germany). Palaeobiodiversity and Palaeoenvironments 2012;92:119-168.



quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Terra: Joia rara incomparável neste Universo

Uma equipe de astrônomos de diversas universidades ao redor do mundo fizeram um censo de exoplanetas e, partir dele, estimam que não existe nada como a Terra pelo universo que habitamos. Os resultados foram publicados recentemente no periódico científico The Astrophysical Journal. 

 Eles fizeram uma compilação de todos os exoplanetas terrestres que existem - foram descobertos dois mil deles, mas estima-se que existam 700 quintilhões no universo. Com esses dados foi possível fazer uma simulação no computador.

Em um primeiro momento, os astrônomos criaram uma espécie de mini universo que continha os modelos das primeiras galáxias. A partir disso, as leis da física foram aplicadas e, a partir daí, os cientistas conseguiram simular com as galáxias crescem e como os planetas se desenvolvem. Os astrônomos aceleraram a simulação em 13,8 bilhões de anos de história cósmica.  

Os dados mostram que a formação da Terra é única entre todos. Isso porque, de acordo com os cálculos, o nosso planeta é uma espécie de anomalia: não há nenhum outro na Via Láctea que seja mais velho, maior e tenha a capacidade de sustentar vida.   

"É surpreendente que estejamos em um ponto em que finalmente conseguimos fazer esse tipo de coisa", disse Andrew Benson, coautor do estudo, em entrevista ao Scientific American.  

Como aponta o Science Alert, os cientistas admitem que essas previsões possam ter falhas, ainda mais considerando o quão pouco se sabe sobre os exoplanetas. "Claro que há bastante incerteza nesse tipo de cálculo, nosso conhecimento dessas parcelas é imperfeito", disse Benson. Ainda assim, ter a possibilidade de fazer esse tipo de simulação é incrível - e pode trazer muitos benefícios para os estudos astronômicos nos próximos anos. 

Fonte: Galileu

Nota: 1 em 700 quintilhões. Esta é a probabilidade de haver outro planeta como a Terra neste Universo observável, segundo esta nova pesquisa científica. E você acreditou que tinha, só na nossa galáxia, milhares de outros 'planeta Terra', como disse Carl Sagan? Doce ilusão. A Terra não é coisa de amador não, é coisa de Profissional. Joia rara cheia de condições finamente ajustada para poder abrigar a vida. Obra das mãos daquEle que tudo sabe e tudo pode. Louvado seja Deus! [ALM]

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Lua azul poderá ser observada nesta sexta-feira


Da Agência Lusa

Na sexta-feira (31), último dia de julho, haverá uma Lua azul, assim chamada a segunda lua cheia no mesmo mês – fenômeno que ocorre de três em três anos, e só voltará a acontecer em janeiro de 2018.

Segundo o Observatório Naval dos Estados Unidos, cada ciclo lunar dura aproximadamente 28 dias e quando ocorre uma lua cheia no início do mês é provável que haja uma segunda no final. A primeira lua cheia foi no dia 2 deste mês.

Apesar de ser denominado Lua azul, vai aparecer como de costume, nas cores cinza, branca e prateada.

Segundo peritos, a lua ficou azul em poucas ocasiões, devido à poeira, cinza e fumo na atmosfera, provocadas por grandes erupções vulcânicas ou incêndios florestais.

A última Lua azul ocorreu no dia 31 de agosto de 2012.

terça-feira, 28 de julho de 2015

'Nasa encontra planeta similar à Terra em potencial zona habitável'

Será mesmo que é semelhante à Terra?
Cientistas da Nasa divulgaram nesta quinta-feira (23) que descobriram um exoplaneta com características muito similares à Terra e que orbita uma estrela semelhante ao Sol.

O planeta Kepler-452b foi chamado pelos cientistas de "primo distante" da Terra. Ele é 60% maior e tem boa chance de ser rochoso, embora sua massa e composição ainda não tenham sido determinados.

Ele demora 385 dias para dar uma volta completa ao redor de sua estrela, chamada de Kepler-452, astro do sistema que está a 1.400 anos-luz de distância da Terra.

Essa estrela é um pouco mais velha que o Sol (tem "só" 1,5 bilhão de anos a mais), tem a mesma temperatura, é 20% mais brilhante e possui um diâmetro 10% maior.

Os achados desta quinta foram publicados no periódico "The Astronomical Journal". Com a descoberta, aumentou para 521 o total de exoplanetas descobertos pelo satélite Kepler.

'Condições necessárias para a vida' [Será?]

Em comunicado divulgado pela Nasa, Jon Jenkins, chefe do projeto do satélite Kepler, disse que a descoberta fornece uma oportunidade de entender e refletir sobre o ambiente em evolução da Terra.

"É inspirador considerar que esse planeta já vive há 6 bilhões de anos na área habitável dessa estrela, mais do que a Terra. Isso é uma oportunidade substancial para a vida surgir, devem existir todos os ingredientes e as condições necessárias para a vida existir neste planeta", afirmou o pesquisador. [Quanta fé, hein?]

Além desse achado, foram descritos ainda outros 11 candidatos à planeta que também estão em zona habitável.

A busca de planetas similares à Terra é uma das maiores aventuras na pesquisa espacial, e embora já tenham sido detectadas centenas de planetas do tamanho do nosso e outros menores, eles circulam em órbitas próximas demais de suas estrelas para que haja água líquida em sua superfície.

Comparação feita pela Nasa mostra o Sol e a Terra (à esquerda) e a estrela Kepler-452 com o planeta Kepler-452b (Foto: NASA/JPL-Caltech/T. Pyle)
Comparação entre o Sistema Kepler-452 e o Sistema Solar feita pela agência espacial americana, a Nasa (Foto: NASA/JPL-CalTech/R. Hurt)
Fonte: G1

Nota: Como professor de Geografia, cada vez mais estou convencido de que a vida só é possível pelo conjunto complexo de condições que exitem neste Planeta. Nada foi provado até então que haja vida em outro planeta. O máximo que pode-se fazer é especular, e é exatamente o que a Nasa, por meio de Jon Jenkins, faz no artigo acima. Vamos comparar A Terra com o Kepler 452b e analisarmos se é possível ter vida naquele planeta Apenas 16 de inúmeras condições:

1. A Terra tem um campo magnético adequado para nos proteger dos ventos solares. este planeta tem? Não se sabe.

2. A Terra tem a atmosfera finamente ajustada para nos proteger dos raios nocivos à vida (que é sensível), para nos dar o oxigênio, a temperatura adequada etc. Este planeta tem? Não se sabe.

3. A Terra tem a água em seus três estados físicos fundamentais para que a vida tal como conhecemos possa se desenvolver. Este planeta tem? Não se sabe.

4. A Terra tem um outro "escudo" além do campo magnético a uma distância maior. Este planeta tem? Não se sabe.

5. A Terra tem a vida comprovada. Este planeta tem? Improvável devido a não se saber as condições acima e outras abaixo.

6. A Terra tem seu eixo inclinado 23º27' que, ao fazer a translação, gera as estações do ano, importantes para a vida na Terra para se renovar. Aquele planeta tem? Não e sabe.

7. A Terra tem a força gravitacional finamente ajustada para abrigar a vida. Não é muito forte como Júpiter e nem muito fraco como Mercúrio. Aquele planeta é assim? Ele é 60% maior que a Terra, portanto. Não!

8. A Terra tem a Lua que permite a formação de marés tamão importantes para a reprodução da vida marinha principalmente. Aquele planeta tem? Não se sabe.

9. A Lua está a uma distância ideal (nem muito perto e nem mito longe da Terra) para não gerar tsunamis quando muito perto e nem ficar sem formar marés quando muito longe. Aquele planeta tem um satélite assim? Não se sabe.

10. A Terra tem o equilíbrio certo entre a energia solar que entra e a que sai. Aquele planeta tem isso? Não se sabe.

11. A Terra tem seus "leões de chácara" (Marte, Júpiter, Saturno, Urano e Netuno e Plutão) que ajudam a nos proteger de meteoros, principalmente os planetas gigantes por atraírem meteoros pelo seu campo gravitacional. Aquele planeta tem esses escudos? Não se sabe.

12. A Terra tem os elementos químicos essenciais para a manutenção da vida. Aquele planeta tem isso? Não se sabe.

13. A Terra tem a concentração certa de carbono na atmosfera. Aquele planeta tem? Não se sabe. Planetas do nosso Sistema Solar não tem as proporções ideias para ter vida.

14. A Terra tem uma infinidade de outras condições finamente ajustadas para abrigar a vida, tal como um bercinho de criança serve pra abrigar um bebê confortavelmente. Mas todos os planetas ditos "primos" da Terra não tem todos eles. Se faltar uma só dessas condições, impossível haver vida. entendeu?

15. A Terra tem sua velocidade de rotação finamente ajustada para que a vida não torre queimada pelo Sol se fosse mais de vagar e nem morra congelada se fosse mais rápido.

16. A Terra está numa posição ideal na nossa galáxia para abrigar a vida, frágil como ela é, estando na "ponta" para o meio da galáxia. Isso é importante senão nós morreríamos se fosse muito perto do centro da galáxia e se fosse muito longe do centro, devido à radiação muito forte ou frio muito intenso.

Dessa forma, as evidências indissociáveis que a Terra tem pra abrigar a vida faz com que isso seja uma forte evidência para que a Terra e todo o Universo seja obra de um Deus Criador, o qual se revelou a nós na Bíblia e na própria natureza.

"Pois desde a criação do mundo os atributos invisíveis de Deus, seu eterno poder e sua natureza divina, têm sido vistos claramente, sendo compreendidos por meio das coisas criadas, de forma que tais homens são indesculpáveis;" (Romanos 1:20) [Prof. André Luiz Marques]

terça-feira, 23 de junho de 2015

Google Maps passa a mostrar rotas de bicicleta em Curitiba


O Google anunciou nesta terça-feira (23) que passará a exibir em seu aplicativo de localização Maps caminhos recomendados para bicicleta, por vias consideradas menos perigosas e com altimetria, que serve como uma previsão das subidas e descidas que o ciclista deve encarar.

A função será liberada nas cidades de Belo Horizonte, Curitiba, Rio e São Paulo tanto para os usuários do app no iPhone quanto no Android, e será gradualmente introduzida sem a necessidade de atualização. A função já está disponível para a web.

As informações foram coletadas com órgãos oficiais, segundo a assessoria de imprensa da companhia no Brasil. No caso de São Paulo, dados sobre as ciclorrotas, ciclovias e ciclofaixas foram fornecidos pela prefeitura e pela CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).

Em setembro do ano passado, a companhia já tinha apresentado a função em alguns países, como nos EUA.

Como funciona

Para acessar o recurso, basta o usuário entrar no Google Maps e, como de costume, pedir para a plataforma gerar uma rota entre um ponto de origem e de destino. Em seguida, é possível escolher entre as opções de deslocamento já disponíveis (como carro, transporte público ou a pé) e a bicicleta, clicando em um ícone de uma bike.

O Maps mostra então, além da rota em destaque no mapa, um pequeno gráfico com as subidas e descidas presentes no trajeto.

quinta-feira, 28 de maio de 2015

Palestra do Dr. Nahor Neves de Souza Jr. na UFPR apresentando evidências científicas do Dilúvio

No último dia 26 de maio, o Prof. Dr. Nahor Neves, geólogo e engenheiro de formação, apresentou duas palestras na UFPR para cerca de 120 acadêmicos e profissionais de diferentes áreas do conhecimento, onde mostrou, na primeira palestra, que tanto o evolucionismo, como o desing inteligente e o criacionismo têm cada um uma componente científica e uma componente filosófica, sendo que os três modelos principais podem e devem ser ensinados, discutidos e comparados em universidades públicas e privadas. Veja a palestra 1 clicando aqui e uma semelhante clicando aqui. 

Na segunda palestra, mostrou evidências científicas de trabalhos próprios e de outros cientistas da área que a Terra passou por um evento catastrófico único em sua história, envolvendo chuva de meteoritos e separação rápida dos continentes e rápidos derrames de lava que hoje formam as rochas vulcânicas, assim como da formação da coluna geológica, na maior parte do Fanerosoico, se formou em um período relativamente rápido, e não ao longo de milhões de anos, conforme a geologia convencional evolucionista sugere. Seus estudos com as formações de basalto de vários derrames em diferentes lugares do mundo apontam para um rápido e sucessivo derrame de lava no fundo dos oceanos (ao passo que se formavam) e de partes dos continentes. Todas essas e outras evidências corroboram com o relato de Gênesis sore o Dilúvio. Isso pode ser melhor entendido assistindo a uma palestra semelhante que pode ser acessada clicando aqui e aqui. A 2 palestra foi filmada pela metade porque acabou minha bateria do celular, mas nas palestras semelhantes dá pra entender a mesma ideia. 

No geral, a plateia ficou muito impressionada com as palestras, onde alguns agradeceram por poder ter contato com outra visão sobre seu paradigma evolucionista. Outros não aceitaram alguém falar, mesmo que de forma científica que ninguém pôde refutar, do Dilúvio e do criacionismo bíblico. Já outros respeitaram a apresentação e saíram com certeza pensando no que foi apresentado. Alguns radicais ultra evolucionistas saíram do recinto enfurecidos, mas sem refutar o exposto. Enfim, Deus foi honrado com a brilhante apresentação do Dr. Nahor, num espaço que é a casa do povo, a universidade pública, que é laica (e não ateia), que deve servir de espaço para o debate científico e filosófico. Isso e muito mais é universidade, uma universidade de ideias que às vezes convergem e às vezes divergem. 

Houve um debate no final da apresentação do Dr. Nahor que foi muito quente (fervendo), mas como acabou a bateria, não deu pra gravar, mas quem esteve lá viu que ninguém pôde refutar os argumentos científicos apresentados pelo Dr. Nahor, pois contra fatos não há argumentos. Que Deus continue abençoando o Dr. Nahor em suas apresentações! [ALM]



Aula de campo em uma pedreira com o Dr. Nahor Neves - evidências do Dilúvio no basalto


O vídeo acima foi feito por mim em uma aula de campo numa pedreira de basalto (rocha vulcânica) no município de Ponta Grossa/PR, com o Dr. Nahor Neves sobre evidências cientificas do catastrofismo que assolou a Terra relatado pela Bíblia. A aula foi a parte prática do exposto no I Simpósio Criacionista do Espaço Novo Tempo de Curitiba. Aula de campo ocorrida no dia 24/05/15. Veja abaixo algumas fotos. [ALM]











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