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quarta-feira, 13 de junho de 2018

Maquetes do interior da Terra (1° Ano - Milton Carneiro)


Os alunos do Colégio Estadual Milton Carneiro, de Curitiba, fizeram maquetes representando as 5 camadas internas da Terra: Crosta, manto superior, manto inferior, núcleo externo e núcleo interno. Parte prática das aulas sobre a Dinâmica Interna da Terra. Parabéns a todos que fizeram! Seguem, abaixo, algumas fotos. Prof. André Luiz Marques




































quinta-feira, 22 de março de 2018

Não sabemos como o núcleo interno da Terra se formou

Sem explicação
Um grupo de geofísicos está contestando frontalmente a explicação aceita há anos pela comunidade científica de como o centro sólido da Terra poderia ter sido criado.

É amplamente aceito pelos cientistas que o núcleo interno da Terra formou-se há cerca de um bilhão de anos, quando uma pepita de ferro sólida superquente começou espontaneamente a cristalizar dentro da bola de metal líquido de 6.800 km de diâmetro que compõe o núcleo total do planeta.

Ludovic Huguet e seus colegas da Universidade Case Western Reserve, nos EUA, afirmam que há apenas um probleminha: isso não é possível - ou, pelo menos, nunca ninguém explicou como poderia acontecer.

Eles chamam essa incongruência de "paradoxo da nucleação do núcleo interno".

A contradição do núcleo interno
O problema é que, embora se saiba que um material deve estar na temperatura de congelamento, ou abaixo dela, para se tornar sólido, a formação do primeiro cristal a partir de um líquido exige uma energia extra. Essa energia extra - chamada barreira de nucleação - é o ingrediente que os modelos do interior mais profundo da Terra simplesmente deixaram de lado.

Para superar a barreira de nucleação e começar a solidificar, o líquido deve ser resfriado bem abaixo do seu ponto de congelamento - o que os cientistas chamam de "super-resfriamento". Alternativamente, algo diferente deve ser adicionado ao metal líquido do núcleo - no centro do planeta - que reduza substancialmente a quantidade de super-resfriamento exigido.

Mas a barreira de nucleação para os metais é enorme, ainda mais nas extraordinárias pressões no centro da Terra. E igualmente grande deve ser a ruptura na barreira de energia.

E nenhum dos modelos que tentam explicar a formação do núcleo interno da Terra mostra qualquer solução para esse dilema. Por outro lado, o núcleo interno sólido parece de fato existir, sendo que é nele que se baseia todo o entendimento atual do campo magnético da Terra.

Paradoxo da nucleação do núcleo interno
A equipe discute algumas possíveis soluções para o enigma, mas todas têm problemas graves.

Por exemplo, o núcleo interno pode de alguma forma ter sido sujeito a um super-resfriamento maciço, de quase 1.000º C - muito além do que todos os estudos feitos até hoje indicam. Porém, se o centro da Terra atingisse essa temperatura, quase todo o núcleo deveria ter-se cristalizando rapidamente, mas parece que isso não ocorreu.

Outra possibilidade é que algo aconteceu para diminuir a barreira de nucleação, permitindo que a cristalização ocorresse a uma temperatura mais alta. Cientistas fazem isso no laboratório adicionando um pedaço de metal sólido a um metal líquido ligeiramente super-resfriado, fazendo com que o material agora heterogêneo se solidifique rapidamente. Mas é difícil imaginar como isso poderia ter acontecido na escala de tamanho da Terra: Como um sólido que otimizasse a nucleação poderia ter achado um caminho para o centro do planeta para permitir o endurecimento (e expansão) do núcleo interno?

"Então, se o núcleo é um líquido puro (homogêneo), o núcleo interno simplesmente não deveria existir, porque não poderia ter sido super-resfriado a esse ponto," detalhou o geoquímico James Van Orman, especialista em formação planetária. "E se ele não é homogêneo, como se tornou assim? Esse é o paradoxo da nucleação do núcleo interno".

"Será que existe alguma característica comum dos núcleos planetários em que não pensamos - algo que lhes permita superar essa barreira de nucleação? É hora de toda a comunidade pensar sobre esse problema e como testá-lo. O núcleo interno existe e agora temos que descobrir como ele chegou lá," finalizou Orman.

Bibliografia:
Earth's inner core nucleation paradox
Ludovic Huguet, James A. Van Orman, Steven A. Hauck II, Matthew A. Willard
Earth and Planetary Science Letters
Vol.: 487, 1 April 2018, Pages 9-20
DOI: 10.1016/j.epsl.2018.01.018
https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0012821X18300360

terça-feira, 20 de março de 2018

Foguete da SpaceX fez buraco gigantesco na ionosfera

Foguete afeta ionosfera

Um foguete lançado em 2017 pela empresa privada SpaceX perfurou um enorme fosso na atmosfera superior da Terra, que pode ter interrompido temporariamente os sinais do Sistema de Posicionamento Global (GPS).

A descoberta foi feita por Min-Yang Chou e seus colegas da Universidade Nacional Cheng Kung, em Taiwan.

O foguete Falcon 9 foi lançado para colocar em órbita um satélite de comunicações de Taiwan, chamado Formosat-5, que estava sendo monitorado pela equipe.

O lançamento gerou as primeiras ondas de choque acústicas circulares feitas por um foguete que se tem notícia, afetando a ionosfera, uma camada da atmosfera compostas por elétrons e íons livres.

"Para facilitar o lançamento do Formosat-5 até sua altitude de órbita operacional, de mais ou menos 720 km, o Falcon 9 fez uma ascensão inicial íngreme. Durante o lançamento, o foguete supersônico induziu ondas acústicas de choque circulares gigantescas no conteúdo total de elétrons (TEC) sobre o oeste dos Estados Unidos, começando aproximadamente 5 minutos após o lançamento," escreveu a equipe.

Normalmente os foguetes sobem seguindo uma trajetória menos íngreme, mais inclinada, o que resulta na formação de ondas de choque em formato de V, que não resultam em maiores impactos à ionosfera.

A "explosão" de ondas acústicas circulares gerou um buraco de 900 km de diâmetro no plasma ionosférico.

Isso é suficiente para interferir com os sinais de GPS, que viajam através da ionosfera para a Terra. Mas os pesquisadores afirmam que não estavam preparados para medir essa inesperada influência sobre o GPS, de forma que não podem garantir que o efeito tenha acontecido de fato.

A expectativa é que esse efeito até agora desconhecido do lançamento de foguetes influencie a programação de novos lançamentos fora do padrão, como o do Formosat-5.
Bibliografia:

Gigantic Circular Shock Acoustic Waves in the Ionosphere Triggered by the Launch of FORMOSAT-5 Satellite
Min-Yang Chou, Ming-Hsueh Shen, Charles C. H. Lin, Jia Yue, Chia-Hung Chen, Jann-Yenq Liu, Jia-Ting Lin
Space Weather
DOI: 10.1002/2017SW001738


segunda-feira, 19 de junho de 2017

Origens - Terra Viva



Nesta temporada compreenderemos mais sobre o terceiro planeta do sistema solar: o nosso lar. Enquanto fazemos um estudo sobre a sua geografia, acompanhe-nos em nossa jornada pela Islândia, onde é possível observar diversos fenômenos físicos, biológicos e humanos que afetam a Terra. Estréia 01 de Julho na TV Novo Tempo! #OrigensNT #TerraViva

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Começa a ser construído mapa 3D do interior da Terra


Mapa-múndi sísmico
Depois de um mapa da gravidade da Terra, do primeiro mapa do campo magnético superficial do planeta e até de um mapa do interior do Sol, agora começa a ser compilado um mapa das entranhas da Terra.

Partindo de dados gerados por terremotos e vulcões, Ebru Bozdag e uma equipe internacional de pesquisadores plotou tudo em uma simulação computadorizada para criar mapas em 3D do interior da Terra.

A equipe pretende criar um mapa do globo inteiro, e inicialmente está se concentrando em criar um modelo da superfície até a borda do manto, a uma profundidade de cerca de 3.000 km.

Teorias sobre o interior da Terra
Estas simulações adicionam contexto aos debates teóricos envolvendo a história geológica da Terra e sua dinâmica, o que inclui as teorias envolvendo o vulcanismo, a tectônica de placas, as plumas de magma e outros processos ainda pouco compreendidos.

"Este é o primeiro modelo sísmico global, onde nenhuma aproximação - a não ser o método numérico escolhido - foi usada para simular como as ondas sísmicas viajam através da Terra e como sentem suas heterogeneidades. É um marco para a comunidade da sismologia. Pela primeira vez, mostramos às pessoas o valor e a viabilidade de rodar essas ferramentas [de simulação computadorizada] para a geração de imagens sísmicas globais," disse Bozdag.


[Imagem: Ebru Bozdag et al. - 10.1093/gji/ggw356]
Ondas sísmicas
Devido à sua estrutura em camadas, a Terra é geralmente comparada a uma cebola. O problema é que não é possível descascá-la para entender o que está acontecendo abaixo da superfície. Por isso é necessário usar métodos indiretos para descobrir o que acontece nas profundezas.

Quando ocorre um terremoto, a liberação de energia cria ondas sísmicas que viajam pelas várias camadas da Terra. Os sismógrafos detectam variações na velocidade dessas ondas, e essas mudanças de velocidade fornecem pistas sobre a composição, densidade e temperatura do meio em que a onda está passando. Por exemplo, as ondas movem-se mais lentamente quando passam pelo magma quente, como plumas de manto e pelos chamados "pontos quentes", do que quando passam por zonas de subducção mais frias, locais onde uma placa tectônica desliza abaixo de outra.

O mapa mostra porque o Brasil é uma região tão tranquila em termos vulcânicos, embora a ausência de plumas de manto sob a costa oeste da América do Sul mostre que o mapa poderá ser melhorado. [Imagem: Ebru Bozdag et al. - 10.1093/gji/ggw356]

Tomografia sísmica
Cada sismograma representa uma fatia estreita do interior do planeta. Ao juntar muitos sismogramas - para essa versão do mapa foram usados 253 - torna-se possível produzir uma imagem 3D global, capturando tudo, desde as plumas de magma alimentando o Anel de Fogo do Pacífico, até os pontos quentes do parque Yellowstone e placas subduzidas sob a Nova Zelândia.

Este processo, chamado de tomografia sísmica, funciona de forma semelhante às técnicas de imagem empregadas em medicina, onde as imagens de raios X 2-D tomadas de várias perspectivas são combinadas para criar imagens 3D de áreas dentro do corpo humano. Já existe também uma tomografia de rádio.
Bibliografia:
Global Adjoint Tomography: First-Generation Model
Ebru Bozdag, Daniel Peter, Matthieu Lefebvre, Dimitri Komatitsch, Jeroen Tromp, Judith Hill, Norbert Podhorszki, David Pugmire
Geophysical Journal International
Vol.: 207, no. 3 (2016): 1739-1766
DOI: 10.1093/gji/ggw356

sexta-feira, 3 de março de 2017

A extinção dos dinossauros

Museu de História Natural de NY
Semelhanças entre as propostas evolucionista e criacionista

A maioria das pessoas aprendeu na escola que os dinossauros foram extintos devido à queda de um asteroide há 65 milhões de anos. Essa hipótese foi apoiada inicialmente em 1978 com a descoberta de uma fina camada de irídio nas rochas que se formaram no fim do período Cretáceo. O irídio é um elemento raro no planeta Terra, mas é encontrado com frequência em asteroides e cometas. A segunda evidência a favor do impacto do asteroide veio com a descoberta de uma enorme cratera soterrada em Chicxulub, no Estado de Yucatán, México, medindo cerca de 180 quilômetros de diâmetro.[1] Em 1980, o geofísico Luiz Alvarez, da Universidade da Califórnia, foi o responsável por apresentar a hipótese de que os dinossauros foram extintos devido ao impacto de um gigantesco asteroide. Ele formulou essa ideia a partir de dados que recolheu em campo.[2]

Durante os últimos 30 anos, essa hipótese vigorou, embora muitas outras hipóteses também tenham sido elaboradas e divulgadas concomitantemente pela comunidade científica.[3] A seguir apresentaremos, em ordem cronológica, as principais hipóteses evolutivas para a extinção dos dinossauros desenvolvidas nos últimos anos, a fim de compará-las com as características que já têm sido descritas e divulgadas há dezenas de anos pelo modelo criacionista.

A extinção se deu por combinação de impacto extraterrestre e outros eventos descritos na Bíblia. Em 1994, um estudo realizado por geólogos sugeriu que um ou mais asteroides teriam se chocado contra a Terra em 7640 a.C. (±200), tendo outro fragmento menor se chocado em 3150 a.C. (±200).[4] Por meio de estudos históricos, estratigráficos de tectitos, dendrocronologia e núcleos de gelo extraídos de Camp Century, Groenlândia, foi possível chegar a resultados que poderiam explicar as extinções do Holoceno e a origem de eventos relacionados ao relato bíblico do dilúvio.

A extinção se deu devido ao impacto de asteroide da família Baptistina. Em 2007, estudo feito com modelos computacionais publicado na revista Nature sugeriu que um “engavetamento” de asteroides causou grande colisão de uma rocha de 170 quilômetros de diâmetro há 160 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista).[5] Essa colisão teria provocado uma chuva de asteroides a partir dos fragmentos (de rochas visíveis hoje e conhecidas como família Baptistina) lançados pelo sistema solar, e um deles mais tarde se chocou contra a Terra iniciando um processo que acabou com os dinossauros. Outros fragmentos caíram na Lua, em Vênus e em Marte, criando grandes crateras.

A extinção não foi causada pelo impacto de asteroide. Em 2009, um estudo sugeriu que o impacto do asteroide (Península de Yucatán) não teve o efeito dramático na diversidade de espécies, pois teria ocorrido pelo menos 300 mil anos antes da extinção.[6] Durante escavações na cratera de Chicxulub, na região de El Penon, México, o grupo encontrou registros de 52 espécies em sedimentos abaixo da camada do período do impacto (fronteira KT) e as mesmas 52 em sedimentos acima, ou mais recentes. Segundos os cientistas, “não encontramos sinal de uma única espécie que foi extinta como resultado do impacto de Chicxulub”.


A extinção foi gradual até o período Paleoceno. Em 2009, um estudo sugeriu que alguns dinossauros sobreviveram até o Paleoceno e, portanto, a extinção dos dinossauros teria sido gradual.[7] Porém, muitos céticos contra-argumentaram que os fósseis analisados pudessem ter sido reformulados geologicamente, isto é, lavados e arrastados por córregos e rios para fora de seus locais originais e, em seguida, reenterrados em sedimentos muito posteriores. Em 2012, a fim de evitar novas alegações de reformulações geológicas, o mesmo autor do estudo publicou outra pesquisa na qual usou um novo método de datação para analisar diretamente uma amostra de osso fóssil (não a rocha onde ele foi encontrado) de um dinossauro saurópode e determinou que esse osso tem 64,8 ± 0,9 milhão de anos, portanto, 700 mil anos mais jovem do que qualquer outro osso de dinossauro conhecido (relativo ao Paleoceno, primeira época do Paleogeno).[8] Os autores confirmaram que as áreas de amostragem dos ossos analisados representaram sistemas geoquímicos fechados a partir do momento da sua mineralização original até o presente. Eles encontraram uma concentração de 34 ossos (não espalhados, como seria de se esperar) de um mesmo hadrossauro na rocha calcária de San Juan, sem sinais de desgaste e erosão.

A extinção se deu devido ao frio repentino seguido por outras mudanças ambientais. Em 2010, cientistas afirmaram que os dinossauros não foram extintos pela ação de um cometa, mas por uma queda brusca de temperatura.[9] Segundo o estudo, fósseis encontrados na Noruega indicam que a temperatura dos mares caiu de uma variação entre 9 ºC e 13 ºC para entre 4 °C e 8 °C há cerca de 137 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista). Os pesquisadores atribuem o frio a uma mudança repentina na corrente do Golfo, no Oceano Atlântico, fenômeno que poderia voltar a acontecer. De acordo com os cientistas, a extinção dos dinossauros foi resultado de uma série de eventos ambientais que começaram com a mudança na temperatura, ao contrário do que diz a teoria mais aceita: que a extinção foi resultado de um evento cataclísmico – como a queda de um meteoro.

A extinção se deu por múltiplos fatores resultantes do impacto de asteroide. Em 2010, um estudo sugeriu que o impacto de um asteroide como o de Yucatán teria liberado um milhão de vezes mais energia do que qualquer bomba atômica já testada.[10] Segundo os pesquisadores, o impacto liberou grandes quantidades de água, poeira, gases e partículas de carboneto e fuligem, o que teria causado um bloqueio da luz solar e o consequente esfriamento da Terra. Ademais, a grande quantidade de enxofre liberada pela colisão contribuiu para a formação de chuvas ácidas na terra e nos oceanos, e também teria tido um efeito na queda da temperatura. Além disso, o impacto provocou incêndios de grande escala, terremotos com mais de 10 pontos na escala Richter e deslizamentos de dimensões continentais, que, por sua vez, causaram tsunamis muitas vezes maiores do que a onda que se formou no Oceano Índico e atingiu a Indonésia, em dezembro de 2004. Todas essas catástrofes associadas teriam causado o desaparecimento de cerca de 70% de todas as espécies que habitavam a Terra na época.

A extinção continua um mistério em relação à origem do meteoro de Yucatán.Pesquisas anteriores sugeriam que um corpo celeste se chocou contra outro asteroide do cinturão de asteroides entre Marte e Júpiter há [supostos] 160 milhões de anos, que se despedaçou em fragmentos gigantescos. Um deles acabou atingindo a Terra, no que hoje é a península de Yucatán. Porém, um estudo realizado pela Nasa em 2007 analisou com instrumentos infravermelhos da sonda WISE 120 mil asteroides, entre eles 1.056 da família Baptistina, que alguns acreditavam ser responsável pelo desaparecimento dos dinossauros, e revelou que o asteroide Baptistina não é provavelmente o culpado, mantendo aberto o caso como um dos maiores mistérios da Terra.[11]

A extinção se deu exclusivamente por atividade vulcânica na região da Índia.Segundo resultados apresentados em 2011 durante o encontro anual da União Americana de Geofísica, em São Francisco, EUA, a atividade vulcânica na região onde atualmente está a Índia, e não um asteroide, teria causado a morte dos dinossauros.[12] Ao longo de dezenas de milhares de anos, a lava escorreu do planalto de Deccan, uma região vulcânica perto de onde atualmente está a cidade de Mumbai. Essa atividade teria expelido toneladas de níveis tóxicos de dióxido de carbono na atmosfera e provocado a extinção em massa por conta de um aquecimento global e acidificação dos oceanos. O estudo mostra que o planalto de Deccan – uma das maiores províncias vulcânicas do mundo – já existia antes da extinção dos dinossauros e pode ter contribuído total ou parcialmente para a morte em massa.

A extinção se deu pela combinação de vulcanismo e chuva de asteroides. Em 2011, um estudo sugeriu que os dinossauros foram extintos devido a duas catástrofes sem precedentes: erupções vulcânicas, principalmente, e chuva de meteoritos, como consequência secundária.[13] Segundo os estudiosos, a maioria das criaturas já havia sido morta por erupções colossais de um vulcão três vezes maior que a França, no momento em que aconteceu o impacto do asteroide. Para os pesquisadores, a erupção vulcânica teria ocorrido há cerca de 65 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista), produzindo os maiores rios de lava da história do planeta, alterando o clima e a atmosfera terrestre. O impacto das catástrofes teria deixado a Terra inabitável por pelo menos 500 mil anos.

A extinção foi repentina (não gradual) devido ao impacto. Em 2012, pesquisadores analisaram fósseis de dinossauros saurópodes encontrados nas montanhas dos Pirineus, na fronteira entre França e Espanha, e seus resultados reforçaram a hipótese de que a extinção desses animais foi repentina e ocorreu, provavelmente, como consequência do impacto de um asteroide sobre a Terra.[14] O resultado da análise desses fósseis mostra que esses saurópodes mantiveram sua diversidade até a extinção, o que indica que ela ocorreu de forma repentina e não gradual.


Fóssil da cabeça de um T-Rex

A extinção se deu por impacto de asteroide e tempestade de fogo. Em 2013, um estudo sugeriu que o asteroide e os efeitos resultantes dele tenham causado uma tempestade de fogo global que seria parte da explicação da extinção.[15] Entretanto, o que eles não explicam é o fato de que tempestade de fogo, nuvem de poeira e terremotos por si só não explicam a imensa quantidade de formações fósseis de dinossauros espalhados pelo mundo, incluindo a Antártica. Tanto é que uma equipe de cientistas do Reino Unido apontou um buraco na teoria da tempestade de fogo.[16]

A extinção se deu pela combinação de mudanças climáticas e baixa diversidade de herbívoros. Em 2015, um estudo publicado na revista Biological Reviews afirmou que os dinossauros foram vítimas de uma combinação mortal – as mudanças ambientais devastadoras e a baixa diversidade de herbívoros, que serviam como base da cadeia alimentar.[17] Há [supostos] 160 milhões de anos, na Terra, as mais de dez mil espécies de dinossauros viviam uma situação sem precedentes. A erupção de vulcões como o Deccan Traps, onde hoje está a Índia, provocou chuva ácida, mudanças na temperatura global e chegou a ser considerada a maior causa da dizimação dos grandes répteis. O asteroide teria apenas matado os poucos sobreviventes. As primeiras vítimas do caos ambiental foram os herbívoros. A queda na diversidade das espécies que se alimentavam de plantas prejudicou os carnívoros, seus predadores, que se tornaram mais vulneráveis às mudanças da biosfera.

A extinção se deu por erupções vulcânicas resultantes do impacto meteorítico. Estudos realizados entre 2015 e 2016 contestaram a ideia de que o enorme meteorito que supostamente teria atingido o planeta há 66 milhões de anos (segundo a cronologia evolucionista) fosse o único culpado.[18, 19] A extinção dos dinossauros teria ocorrido devido à série de potentes erupções vulcânicas causadas pelo impacto, gerando mudanças climáticas. Portanto, Paul Renne, pesquisador que liderou um dos estudos divulgado na revista Science, sugeriu que ambos os acontecimentos são responsáveis. Não um ou o outro.[18] O estudo se utilizou de análises da atividade vulcânica onde hoje é a Índia, que indicaram que os vulcões duplicaram suas erupções no Planalto de Deccan durante os 50 mil anos que se seguiram ao impacto do asteroide, e durante os quais ocorreu a maior extinção em massa do planeta.

A extinção se deu pelo frio resultante do impacto de um meteorito. Em 2016, um estudo contestou a hipótese de que a extinção dos dinossauros tivesse ocorrido devido à poeira levantada pelo impacto.[20] Em vez disso, a análise sugeriu que o enxofre tivesse sido liberado pelo impacto de um meteorito que esfriou a Terra e contribuiu para a sentença de morte dos dinossauros. Após o impacto, o enxofre presente abundantemente naquela região foi liberado na atmosfera, onde se transformou em aerossóis de sulfato, provocando um período de frio e trevas.

A extinção foi gradual devido a desastres vulcânicos e mudanças ambientais. Em 2016, um estudo sugeriu que apenas o impacto de Yucatán não seria suficiente para a extinção dos dinossauros.[21] A pesquisa diz que já havia desastres vulcânicos acontecendo durante milhares de anos, que vinham contribuindo para o enfraquecimento da linhagem e a extinção de diversas espécies. Portanto, a extinção teria sido gradual, tendo seu início 24 milhões de anos antes do impacto de Chicxulub, no México. O estudo também revelou um aumento no nível do mar durante esse período, reforçando a hipótese de que isso poderia provocar uma fragmentação do habitat, deixando alguns animais isolados e reduzindo a capacidade de reprodução. O estudo nos permite entender que novas espécies não estavam sendo produzidas tão rapidamente quanto as espécies que foram extintas. Isso possivelmente tornou os dinossauros vulneráveis ​​a mudanças ambientais drásticas – especialmente a algo como um “apocalipse”.

Até aqui apresentamos os principais modelos evolutivos que têm sido elaborados na tentativa de explicar a extinção dos dinossauros. Mas qual é o modelo adotado pela comunidade de cientistas criacionistas? Seria também um modelo baseado em “evidências”? Há dados científicos que o apoiam? A resposta é sim! A propósito, ao analisarmos os modelos evolutivos apresentados acima, percebemos que muitos de seus argumentos se assemelham ao que o modelo catastrofista do dilúvio já prevê há bem mais tempo.

O geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Jr., em seu livro Uma Breve História da Terra, conta que nas seis missões do Projeto Apollo (1969 a 1972), desenvolvidas pela Nasa, foram coletados mais de 380 kg de amostras de solos das crateras de impacto e rochas da superfície da Lua.[22] O resultado das análises das amostras sugere que todas tinham a mesma “idade”. Em outras palavras, é possível que a Lua tivesse sido vítima de um gigantesco e violento episódio, conhecido como o “grande bombardeamento”, que teria afetado de igual modo todo o Sistema Solar.

Quem não lembra da ordem dos planetas no Sistema Solar? Mercúrio, Vênus, Terra, Marte, Júpiter... Entre Marte e Júpiter parece que falta um planeta. O espaço é ocupado por um cinturão de asteroides. O mesmo fenômeno que causou os impactos na Lua pode ter atingido a Terra. Se realmente houve um planeta entre Marte e Júpiter, e se por algum motivo ele explodiu, isso explicaria muito bem esse bombardeamento de meteoritos e até mesmo os cometas. Há muitas evidências de que a Terra também passou por um tremendo bombardeamento de meteoritos no passado, só que aqui existem as intempéries que acabam mascarando ou mesmo eliminando algumas marcas de impacto.

Há muito tempo pesquisadores criacionistas, como o Dr. Nahor, vêm defendendo a correlação entre bombardeio de múltiplos meteoritos, extensos derrames de material vulcânico e um cataclismo hídrico ocorridos praticamente ao mesmo tempo. Em Uma Breve História da Terra, o Dr. Nahor apresenta dados coletados em pesquisas feitas por ele durante vários anos e fala a respeito da Bacia do Paraná, por exemplo, que se estende por milhões de quilômetros quadrados e que em algum momento no passado foi coberta com tremenda quantidade de lava.[22] Extinções em massa, extravasamento de material vulcânico, tectônica de placas, intensa queda de meteoritos – tudo isso é previsto no modelo diluvianista do Dr. Nahor e outros estudiosos criacionistas.

Então, aquela história de um grande meteorito que teria levado os dinossauros à extinção é verdadeira? Em parte. O modelo criacionista prevê que apenas um meteorito provavelmente não seria capaz disso nem responderia pela existência de tantos fósseis no mundo inteiro. Mas pense numa enxurrada de meteoritos caindo em terra e mar há bem menos tempo do que supõe a esticada cronologia evolutiva. Os que caíram na terra acabaram rachando a crosta, dando origem aos deslocamentos de placas tectônicas, aos terremotos e aos derrames de lavas. Os que caíram em mar poderiam gerar tsunamis de centenas de metros de altura, varrendo os continentes e destruindo tudo pela frente, sepultando quantidades incríveis de rochas, plantas e animais.

Portanto, quando analisamos o modelo catastrofista do dilúvio em contraste com os outros modelos evolutivos, percebemos que, individualmente, nenhuma das hipóteses evolutivas consegue explicar a imensa quantidade de formações fósseis que temos hoje em nosso planeta. Por isso, quanto mais os cientistas evolucionistas tentam inferir o cenário da extinção e formação dos fósseis de dinossauros, mais o dilúvio de Gênesis se afigura como a explicação perfeita para o que encontramos hoje no registro geológico. Imagine a cena em que o impacto de inúmeros asteroides (não apenas um) resultou no rompimento da crosta terrestre com liberação de água sob pressão e muitos derrames de lava (em quantidade hoje praticamente inacreditável, não fosse o registro geológico para atestar isso) e muita, muita água – fator que explicaria a fossilização em massa de incontáveis espécimes, não apenas dinossauros.

Aliás, se os dinos tivessem morrido por causa de nuvens tóxicas ou algo assim, o cadáver deles teria ficado exposto e decomposto, não fossilizado, o que depende de sepultamento rápido em água e lama. A propósito, um fator que foi ignorado (quase completamente) entre as pesquisas evolutivas, mas que, de igual modo, parece estar se tornando consenso é que grande parte dos dinossauros morreu repentinamente. Além disso, os fósseis também revelam sinais de agonia e morte por sufocamento.[23-25]
Pelo visto, meteoritos, tectonismo, derrames de lava, inundação, extinções em massa, épocas do gelo, etc., são eventos interligados que poderiam compor um único cenário catastrófico ocorrido há alguns milhares de anos. Um evento chamado dilúvio.

(Michelson Borges é jornalista pela UFSC, autor de livros sobre criacionismo e mestre em teologia pelo Unasp; Everton F. Alves é mestre em Ciências [Imunogenética] pela UEM e diretor de ensino do Núcleo Maringaense da Sociedade Criacionista Brasileira [NUMAR-SCB]; seu e-book pode ser lido aqui)

Fonte: Criacionismo

Referências: [1] Hildebrand AR, Pilkington M, Connors M, Ortiz-Aleman C, Chavez RE. Size and structure of the Chicxulub crater revealed by horizontal gravity gradients and cenotes. Nature. 2002; 376:415-417.
[2] Alvarez LW, Alvarez W, Asaro F, Michel HV. Extraterrestrial Cause for the Cretaceous Tertiary Extinction. Science. 1980; 208(4448):1095-1108.
[3] Renne PR, et al. Time Scales of Critical Events Around the Cretaceous-Paleogene Boundary. Science. 2013; 339(6120):684-687.
[4] Kristan-Tollmann E, Tollmann A. The youngest big impact on Earth deduced from geological and historical evidence.Terra Nova 1994; 6(2):209-17.
[5] Bottke WF, Vokrouhlický D, Nesvorný D. An asteroid breakup 160 Myr ago as the probable source of the K/T impactor. Nature. 2007; 449(7158):48–53.
[6] Keller G, Adatte T, Juez AP, Lopez-Oliva JG. New evidence concerning the age and biotic effects of the Chicxulub impact in NE Mexico. Journal of the Geological Society 2009; 166(3):393-411.
[7] Fassett JE. New geochronologic and stratigraphic evidence confirms the Paleocene age of the dinosaur-bearing Ojo Alamo Sandstone and Animas Formation in the San Juan Basin, New Mexico and Colorado. Palaeontologia Electronica 2009; 12(1):3A:146p. Disponível em: http://palaeo-electronica.org/2009_1/149/149.pdf/
[8] Fassett JE, Heaman LM, Simonetti A. Direct U-Pb dating of Cretaceous and Paleocene dinosaur bones, San Juan Basin, New Mexico. Geology. 2012; 40(4):e260-e261. Disponível em: http://geology.gsapubs.org/content/40/4/e260.full
[9] Price GD, Nunn EV. Valanginian isotope variation in glendonites and belemnites from Arctic Svalbard: Transient glacial temperatures during the Cretaceous greenhouse. Geology. 2010;38(3):251-254.
[10] Schulte P, et al. The Chicxulub Asteroid Impact and Mass Extinction at the Cretaceous-Paleogene Boundary. Science. 2010;327(5970): 1214-1218.
[11] Origin of Dinosaur-Killing Asteroid Remains a Mystery Mission News, NASA (19/09/2011). Disponível em:https://www.nasa.gov/mission_pages/WISE/news/wise20110919.html
[12] Keller G. The Cretaceous–Tertiary mass extinction: theories and controversies. In: Keller G, Adatte T. (Eds.) The End-Cretaceous Mass Extinction and the Chicxulub Impact in Texas. Tulsa: SEPM (Society for Sedimentary Geology) Special Publication 100:7-22, 2011. Disponível em:https://geoweb.princeton.edu/research/keller/pubs/Keller_2011_SEPM_100_KT_controv.pdf
[13] Keller G, et al. Deccan volcanism linked to the Cretaceous-Tertiary boundary mass extinction: New evidence from ONGC wells in the Krishna-Godavari Basin. Journal of the Geological Society of India 2011; 78(5):399-428.
[14] Vila B, et al. The diversity of sauropod dinosaurs and their first taxonomic succession from the latest Cretaceous of southwestern Europe: Clues to demise and extinction. Palaeogeography, Palaeoclimatology, Palaeoecology 2012; 350-352:19-38.
[15] Morgan JV, Artemieve N, Goldin T. Revisiting wildfires at the K–Pg boundary. Journal of Geophysical Research: Biogeosciences 2013; 118:1508–1520.
[16] Belcher CM, et al. An experimental assessment of the ignition of forest fuels by the thermal pulse generated by the Cretaceous–Palaeogene impact at Chicxulub. Journal of the Geological Society of London 2015;172: 175–185.
[17] Brusatte SL, et al. The extinction of the dinosaurs. Biological Reviews 2015;90(2):628-642.
[18] Renne PR, Sprain CJ, Richards MA, Self S, Vanderkluysen L, Pande K. State shift in Deccan volcanism at the Cretaceous-Paleogene boundary, possibly induced by impact. Science. 2015; 350(6256):76-8.
[19] Peterson SV, Dutton A, Lohmann KC. End-Cretaceous extinction in Antarctica linked to both Deccan volcanism and meteorite impact via climate change. Nat Commun. 2016; 7(12079):1-9.
[20] Brugger J, et al. Baby, it's cold outside: Climate model simulations of the effects of the asteroid impact at the end of the Cretaceous. Geophysical Research Letters 2016: 44.
[21] Sakamoto M, et al. Dinosaurs in decline tens of millions of years before their final extinction. PNAS. 2016;113(18):5036-5040.
[22] Souza Jr NN. Uma breve história da Terra. 2. Ed. Brasília: SCB, 2004. 208p.
[23] Faux CM, Padian K. The opisthotonic posture of vertebrate skeletons: post-mortem contraction or death throes?Paleobiolology 2007;33(2):201–226.
[24] Cutler A, Britt B, Scheetz R, Cotton J. The Opisthotonic Death Pose as a Function of Muscle Tone and Aqueous Immersion. Journal of Vertebrate Paleontology, SVP Program and Abstracts Book, 2011, p.95.
[25] Reisdorf AG, Wuttke M. Re-evaluating Moodie’s Opisthotonic-Posture Hypothesis in Fossil Vertebrates Part I: Reptiles—the taphonomy of the bipedal dinosaurs Compsognathus longipes and Juravenator starki from the Solnhofen Archipelago (Jurassic, Germany). Palaeobiodiversity and Palaeoenvironments 2012;92:119-168.



quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Terra plana - Santiago a Sidney: o voo impossível


Este vídeo mostra por que o argumento da Terra plana é falso, com o exemplo da rota aérea entre Santiago (Chile) a Sidney (Austrália).

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Terra: Joia rara incomparável neste Universo

Uma equipe de astrônomos de diversas universidades ao redor do mundo fizeram um censo de exoplanetas e, partir dele, estimam que não existe nada como a Terra pelo universo que habitamos. Os resultados foram publicados recentemente no periódico científico The Astrophysical Journal. 

 Eles fizeram uma compilação de todos os exoplanetas terrestres que existem - foram descobertos dois mil deles, mas estima-se que existam 700 quintilhões no universo. Com esses dados foi possível fazer uma simulação no computador.

Em um primeiro momento, os astrônomos criaram uma espécie de mini universo que continha os modelos das primeiras galáxias. A partir disso, as leis da física foram aplicadas e, a partir daí, os cientistas conseguiram simular com as galáxias crescem e como os planetas se desenvolvem. Os astrônomos aceleraram a simulação em 13,8 bilhões de anos de história cósmica.  

Os dados mostram que a formação da Terra é única entre todos. Isso porque, de acordo com os cálculos, o nosso planeta é uma espécie de anomalia: não há nenhum outro na Via Láctea que seja mais velho, maior e tenha a capacidade de sustentar vida.   

"É surpreendente que estejamos em um ponto em que finalmente conseguimos fazer esse tipo de coisa", disse Andrew Benson, coautor do estudo, em entrevista ao Scientific American.  

Como aponta o Science Alert, os cientistas admitem que essas previsões possam ter falhas, ainda mais considerando o quão pouco se sabe sobre os exoplanetas. "Claro que há bastante incerteza nesse tipo de cálculo, nosso conhecimento dessas parcelas é imperfeito", disse Benson. Ainda assim, ter a possibilidade de fazer esse tipo de simulação é incrível - e pode trazer muitos benefícios para os estudos astronômicos nos próximos anos. 

Fonte: Galileu

Nota: 1 em 700 quintilhões. Esta é a probabilidade de haver outro planeta como a Terra neste Universo observável, segundo esta nova pesquisa científica. E você acreditou que tinha, só na nossa galáxia, milhares de outros 'planeta Terra', como disse Carl Sagan? Doce ilusão. A Terra não é coisa de amador não, é coisa de Profissional. Joia rara cheia de condições finamente ajustada para poder abrigar a vida. Obra das mãos daquEle que tudo sabe e tudo pode. Louvado seja Deus! [ALM]

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Maquete de um dos objetos que se encontram na atmosfera ou fora dela (6º Ano - CAB)

Os alunos do Colégio Adventista Boqueirão fizeram maquetes sobre objetos que utilizamos na atmosfera da Terra, como parte prática das aulas sobre a dinâmica da atmosfera, da disciplina de Geografia, com o Prof. André. Participaram as turmas 61 e 62. Fizeram maquetes de aviões, foguetes, balões, satélites, telescópios etc. Todos estão de parabéns. Veja as fotos abaixo:





























































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