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terça-feira, 26 de agosto de 2014

Atividade solar pode influenciar métodos de datação

Segundo pesquisadores, o Sol, 150 milhões de quilômetros distante, parece estar influenciando a decomposição dos elementos radioativos no interior da Terra. Dado o que sabemos sobre a radioatividade e os neutrinos solares, isso não devia acontecer. Dois cientistas das universidades de Stanford e Purdue acreditam que há uma chance de que uma partícula solar, até então desconhecida, esteja por trás de tudo isso. A grande novidade é que o núcleo do Sol – onde as reações nucleares produzem neutrinos – gira mais lentamente do que a superfície. Esse fenômeno pode explicar a evolução das taxas de decaimento radioativo observada em dois laboratórios distintos. Mas isso não explica por que a mudança acontece. Isso viola as leis da física como as conhecemos. Ao examinar os dados de isótopos radioativos, os investigadores descobriram um desacordo nas taxas de decaimento medidas, o que vai contra a crença de que essas taxas são constantes [grifos meus]. Enquanto procuravam uma explicação, os cientistas se depararam com outra pesquisa, que observou variação sazonal nessas taxas de decadência. Aparentemente, a radioatividade é mais forte no inverno que no verão.

Uma labareda solar sugeriu que o Sol estava envolvido de alguma forma. Um engenheiro nuclear percebeu que a taxa de decaimento de um isótopo médico caiu durante a tempestade solar.

A descoberta poderá ser útil para proteger os astronautas e os satélites – se existe uma correlação entre as taxas de decomposição e a atividade solar, as mudanças nas taxas de decaimento podem fornecer um aviso antecipado de uma iminente tempestade solar.

Mas enquanto isso é uma boa notícia para os astronautas, é má notícia para a física. Os pesquisadores procuraram provas de que as mudanças no decaimento radioativo variam de acordo com a rotação do Sol, e a resposta foi sim, sugerindo que os neutrinos são responsáveis. Mas como o neutrino, que não interage com matéria normal, está afetando o índice de decaimento ninguém sabe.

O que os pesquisadores sugerem é que algo que realmente não interage com nada está mudando algo que não pode ser mudado. Apesar disso, eles dizem que não devemos ter preocupações com os neutrinos solares influenciando o aquecimento do núcleo da Terra. Mas talvez devamos nos preocupar que a nossa compreensão do Sol e da física nuclear é mais fraca do que pensávamos.

Fonte: Hypescience

Nota do blog Criacionismo: Essa também é uma péssima notícia para os evolucionistas, que sempre acreditaramque fossem constantes as taxas de decaimento dos elementos radioativos dos quais dependem para chegar aos supostos milhões e bilhões de anos de suas datações. Se for confirmada essa influência dos neutrinos, imagine o que aconteceria com a geocronologia evolucionista, levando em conta que a Terra tem estado sob a influência dos neutrinos há milhares de anos. Espero que algum cientista se atreva a tocar nessa crença, digo, nesse assunto. [MB]

Nota do químico Marcos Eberlin, da Unicamp: Raios cósmicos transformam 14N em 14C, que é absorvido pela vida na Terra em uma cascata de eventos extremamente dependente das condições atmosféricas; umidade, por exemplo. Aí o método de detecção de 14C forma íons negativos de 14C que tem sua carga invertida para 14C+3 e depois e depois e depois... são nove processos de separação e manipulação de íons. Um sinal escondido sobre uma corrente iônica doze ordens de grandeza superior a ele. Bilhões de vezes menor. E, no final, o melhor espectro mostrado foi mais ruído que sinal, fora os problemas imensos de contaminação na amostragem e preparação da amostra. Milhões de vezes pior do que achar agulha em um palheiro. Sou da área. Sou espectrometrista de massas. Sou químico analítico, e tenho uma ideia hoje do que é a datação com 14C. Não digo que não funciona. Funciona, sim. Só digo que a chance de o resultado final parecer certo, mas estar errado, é da mesma ordem de grandeza; uns 99,9999999999999999999%.

Sugestão de leitura: A História da Vida. O livro tem um capítulo que trata especificamente dos métodos de datação.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

A questão do grande tempo geológico e a evidência científica de uma criação recente

RESUMO

Uma das diferenças mais cruciais entre o modelo criacionista e o modelo evolucionista é a questão sobre a quantidade de tempo para o desenvolvimento da vida na terra. A Evolução sugere bilhões de anos enquanto que a Criação propõe uma criação feita por Deus em seis dias, há alguns milhares de anos atrás. Alguns dados científicos desafiam o conceito de que a vida está em desenvolvimento na terra durante bilhões de anos . Seguem-se três exemplos:

1. Ecossistemas Incompletos. Em várias camadas contendo fósseis pode-se encontrar boas evidências fósseis de animais, mas pouca ou nenhuma evidência de plantas. Como poderiam os animais sobreviver sem nutrição adequada durante os milhões de anos postulados? A separação feita pelas águas do dilúvio bíblico pode explicar a incongruência.

2. Erosão Rápida dos Continentes. A taxa atual de erosão de nossos continentes é tão rápida que nós esperaríamos que eles fossem erodidos até o nível do mar em mais ou menos 10 milhões de anos. Mesmo após as correções feitas pelas práticas agrícolas do homem, a taxa é tão rápida que nossos continentes poderiam ter sido erodidos até ao nível do mar mais de 100 vezes (se eles pudessem ser renovados), em sua idade geológica postulada.

3. Ausência de erosão nas lacunas entre as camadas sedimentares. Freqüentemente entre grandes camadas de rochas sedimentares há lacunas onde estão faltando, segundo a escala de tempo geológico padrão, marcas de centenas de milhões de anos de depósitos. Nestas lacunas, supõe-se que a camada imediatamente superior é milhões de anos mais jovem do que a camada imediatamente inferior. Se esses milhões de anos realmente ocorreram, por que não vemos a erosão irregular abundante da camada inferior, que é esperada após tais períodos tão longos de tempo? Os contatos entre as camadas nestes intervalos são geralmente planos, com pouca evidência de erosão. Esse fenômeno é tão comum que levanta uma significativa pergunta sobre as longas eras geológicas propostas na coluna geológica.[continue lendo o artigo clicando aqui]

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Fulgurites: outra evidência de uma Terra jovem

Dados discrepantes
Dois cientistas sul-africanos têm documentado um fenômeno que indica que determinado tipo de erosão do solo pode ter ocorrido em uma fração de segundos, em vez de eras, como os cientistas tradicionalmente têm acreditado. A conclusão poderia perturbar estimativas amplamente aceitas para a idade da Terra. A pesquisa realizada pelos professores Jasper Knight e Stefan Grab, da Escola de Geografia, Arqueologia e Estudos Ambientais da Universidade de Witwatersrand, em Johanesburgo, foi publicada na revista Geomorphology. Os cientistas concluíram que, “pela primeira vez, foi mostrado que raios que explodem pedras têm um papel importantíssimo na formação das paisagens e montanhas”.

A suposição anterior era de que as temperaturas frias em combinação com o congelamento da água e o descongelamento teriam sido responsáveis ​​por uma série de formações rochosas angulares na Faixa Drakensberg, na África do Sul. Os cientistas utilizaram uma bússola para documentar a tese. “A agulha da bússola sempre aponta para o norte magnético. Mas quando você passa uma bússola sobre a superfície de um terreno, se os minerais na rocha têm um campo magnético forte o suficiente, a bússola lerá o campo magnético da rocha, o que corresponde a quando foi formada. No Drakensburg, há um monte de rochas basálticas que contêm grande quantidade de minerais magnéticos, então eles têm um sinal magnético muito forte”, explicou Knight.

Passando uma bússola sobre o alvo de um raio, isso faz com que a agulha de repente oscile em torno de 360 ​​graus. Isso porque um raio de 54.000 graus pode, por um curto período de tempo, derreter parcialmente a rocha, e quando a rocha esfria novamente, assume a impressão magnética do campo magnético de hoje, não o do campo magnético de milhões de anos atrás, quando a rocha [teria sido] formada originalmente, explicou.

O desvio dos continentes ao longo dos anos fez com que o polo norte magnético mudasse. Como resultado, existem duas assinaturas geomagnéticas sobrepostas. “Isso é um indicador muito útil para identificar a localização exata que o raio atingiu”, disse Knight.

O relatório informa que a pesquisa indica que a suposição de que as montanhas são afetadas apenas pelo frio, vento e água “é completamente errada”. “Paisagens de montanhas da África, por vezes, evoluem muito rapidamente e muito dramaticamente durante curtos períodos de tempo”, disse Knight.

Brian Thomas, do Institute for Creation Research, disse que os novos resultados da investigação fazem “a atribuição de idade antiga para a Terra ainda menos crível”.

A maioria dos cientistas estima que a Terra tenha mais de quatro bilhões de anos, enquanto muitos que acreditam no relato de Gênesis sobre a criação em seis dias literais creem que ela tenha apenas milhares de anos de idade.

A constatação de que um raio pode realizar em um milésimo de segundo o que anteriormente se pensava levar gerações, põe em dúvida “as atribuições de antiguidade para as características do planeta Terra”, escreveu Thomas. “Como isso pode afetar as taxas de erosão estimadas para continentes inteiros? Os geólogos têm estudado as taxas de erosão em todo o mundo durante décadas. Em 2011, um estudo recolheu centenas de dados, descobrindo que a Terra é desgastada, em média, 40 pés a cada milhão de anos. A esse ritmo, todos os continentes seriam reduzidos ao nível do mar em apenas 50 milhões anos – muito rápido para acomodar as atribuições de idade de bilhões de anos de tantas rochas expostas”, explicou. Ele disse que essas estimativas nem sequer levam em conta os raios.

“Rachaduras ocasionadas por relâmpago podem não ser um processo erosivo bem conhecido, mas os geólogos estão geralmente mais familiarizados com os fulgurites – longos tubos ramificados de materiais rapidamente fundidos e ressolidificados, criados quando um raio atinge a areia e outros detritos do solo. No entanto, a superfície da Terra não exibe milhões ou até bilhões de anos de fulgurites.”

Ele disse que um bom físico notaria nos supostos 4,6 bilhões de anos da história da Terra que deveria haver centenas de tais marcas por metro quadrado de terra. “Onde estão todos os fulgurites desaparecidos? Por que os continentes e as montanhas altas ainda estão de pé, apesar dos danos elétricos dramáticos e das taxas de erosão relativamente rápidas. As respostas a essas perguntas é a mesma: o mundo tem apenas milhares, não bilhões de anos.”

O geomorfologista Bob Anderson, em um relatório no LiveScience, disse que uma vez viu um raio esculpir uma trincheira de 165 pés de comprimento e quatro centímetros de profundidade, durante uma caminhada ao longo de Front Range, nas montanhas do Colorado. “Uma coisa que eu já vi em cimeiras no Ocidente é uma pedra cujo local original era de um metro de distância de onde o bloco repousa sobre a superfície, uma superfície de rocha plana. Não há outro processo de superfície (de raio) que sabemos que poderia fazer isso”, disse ele.

Apenas algumas semanas antes, Thomas havia levantado dúvidas sobre os resultados de uma sociedade geológica da América, cujo estudo concluiu que a taxa média de erosão por afloramentos rochosos é de 40 metros a cada milhão de anos. “A espessura média da crosta continental acima do nível do mar pode ser estimada em cerca de 634 metros, ou 2.044 pés. Para que fossem desgastados 2.000 pés da crosta a 40 metros por mil anos, seriam necessários apenas 50 milhões de anos. Assim, se a Terra tem bilhões de anos, por que sua superfície não está completamente plana?”

“O fato de que as montanhas e até mesmo continentes ainda existem é o testemunho da idade jovem da Terra. Parece que os continentes não podem ter bilhões de anos de idade, porque todos teriam sido desgastados em uma fração desse tempo. Mas eles ainda permanecem altos”, ele escreveu.

Fonte: WND Education, via Criacionismo

Nota: Lendo este artigo acima poderão surgir dúvidas, tais como: "E a taxa de soerguimento das montanhas e dos continentes como um todo, não é levada em conta nesse estudo sobre a taxa de erosão dos continentes?" "Não é levado em conta o ciclo das placas tectônicas?" Bom, a resposta é sim, são levados em conta, mas não da forma como sugere a geologia convencional evolucionista. Um fato é que a taxa de erosão é maior que a taxa de soerguimento, de modo geral, e a diferença entre as duas nos leva a pensar que em algumas dezenas de milhões de anos as montanhas teriam sido erodidas totalmente. Isso indica que a Terra é mais jovem do que se pensa convencionalmente. Para se ter uma ideia, leia um artigo escrito por Ariel Roth clicando aqui. Quanto aos fulgurites, mais estudos devem ser feitos e analisados, mas tudo indica até aqui que são evidências para uma Terra jovem.[André Luiz Marques]

quinta-feira, 21 de março de 2013

Peça encontrada em carvão de "300 milhões de anos"

Ao acender fogo na chaminé, um habitante de Vladivostok descobriu uma cremalheira de metal presa em carvão. O homem entregou o achado extraordinário a cientistas da cidade. Após uma análise minuciosa, os pesquisadores concluíram que a peça tem uma idade de 300 milhões de anos [sic] e foi fabricada por um ser vivo [descoberta semelhante ocorreu anos atrás]. Mas cientistas não podem responder quem foi seu autor. Um artefato estranho em carvão não é um caso único para nossos tempos. Tais achados extraordinários colocam cientistas num impasse por destruir diversas concepções fundamentais da ciência contemporânea. O primeiro artefato foi achado em 1851 nos Estados Unidos, em Massachusetts, durante os serviços de explosão numa pedreira. O vaso de prata e zinco foi feito no Período Cambriano, que começou há 500 milhões de anos [segundo a cronologia evolucionista]. Em 1912, em Oklahoma, foi encontrada em carvão uma marmita de ferro, cuja idade é de 312 milhões de anos [sic]. Em 1974, foi achada em areia na Romênia uma peça de alumínio de destino desconhecido. A peça, parecida com martelo ou apoio de pouso do vaivém [nave] espacial Apollo, não podia ser fabricada por um humano, porque data do Período Jurássico.

O recente artefato de Vladivostok voltou a surpreender os cientistas. O carvão em que foi achada a peça extraordinária foi trazido para a cidade da Khakássia e tem uma idade de 300 milhões de anos [sic]. Por isso os cientistas concluíram que a peça metálica deve ter a mesma idade.

Quando pesquisadores quebraram com cuidado o fragmento de carvão, eles descobriram uma peça [...] de sete centímetros de comprimento, feita de uma liga de alumínio (98%) e magnésio (2%). O alumínio puro é muito raro na natureza e foi feita uma suposição de que a peça tenha origem artificial. Ao mesmo tempo, a liga não ordinária permitiu explicar o bom estado de conservação do artefato. O alumínio puro produz uma película resistente de óxidos na superfície, que impede a corrosão. Em resultado, a liga com o teor de alumínio de 98% resiste a altas pressões, temperaturas extremas e a um meio ambiente agressivo.

Foi ponderada a possibilidade de origem espacial do alumínio. Graças ao estudo de meteoritos, a ciência conhece a existência do alumínio-26 extraterrestre que se desintegra no magnésio-26. Nomeadamente a presença de 2% do magnésio na liga pode testemunhar a origem espacial da peça. Mas para confirmar essa hipótese é necessário efetuar uma série de pesquisas adicionais.


O último detalhe que chocou os cientistas foi uma semelhança descomunal da peça com uma cremalheira contemporânea. É difícil imaginar que a natureza poderia criar um objeto com seis dentes de forma regular com espaços iguais entre eles. Ao mesmo tempo, os espaços são extraordinariamente largos em relação aos dentes. Provavelmente, essa cremalheira fosse uma parte de um mecanismo complexo. Peças semelhantes são utilizadas em microscópios contemporâneos e outros aparelhos. Pergunta-se, então, como tal peça complicada poderia ser fabricada por um humano há muitos milhões de anos?

Quando se tornou conhecido o achado, falou-se imediatamente que a peça pertenceria a um OVNI. Mas cientistas preferem não fazer declarações sensacionais antes de estudar adicionalmente o objeto encontrado.


Nota do blog Criacionismo: É interessante notar como os pesquisadores, diante de um artefato indiscutivelmente fabricado por alguém inteligente, rapidamente concluem pelo óbvio: o objeto foi criado. Mas o que ele faz incrustado em carvão com supostos 300 milhões de anos? Das duas uma: ou a datação é falha (como sempre temos dito) ou extraterrestres o fabricaram. Claro que os evolucionistas preferem optar pela segunda "explicação", uma vez que não vão admitir que o método de datação é tão frágil, nem vão admitir que houvesse seres humanos num passado tão remoto; e muito menos darão o braço a torcer para os criacionistas, admitindo duas coisas ao mesmo tempo: (1) a Terra não é tão antiga e (2) os seres humanos do passado eram tão inteligentes que foram capazes de fabricar peças de ligas metálicas. Esses mesmos cientistas que não admitem que um simples pedaço de metal moldado pudesse ser fruto do acaso dizem isso quando analisam ultracomplexas máquinas moleculares presentes em todos os seres vivos. Vai entender...[MB]

quarta-feira, 28 de março de 2012

Aula sobre as evidências da Criação na Geologia


Esquemas para a aula sobre as evidências na geologia sobre a criação quase instantânea das rochas pré-cambrianas (as que formam a base dos continentes), do Dilúvio e dos argumentos contra a datação radiométrica das rochas. Radiohalos de Polônio inscritos em rochas graníticas, verdadeiras impressões digitais da Criação. Veja no vídeo abaixo.

    

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Série Origens - Terra, um planeta jovem (parte 1 de 4)



Traz uma investigação sobre os métodos de datação radiométricos e expõe seus problemas, bem como evidências de uma Terra bem mais jovem do que os evolucionistas propõem.

Veja a sequência do estudo selecionando as outras partes no menu que aparece no final de cada apresentação.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Erupções solares podem alterar decaimento radioativo

Quando pesquisadores encontraram uma ligação incomum entre erupções solares e elementos radioativos terrestres, desencadeou-se uma investigação científica que poderia proteger a vida dos astronautas e reescrever alguns dos pressupostos da Física. Um mistério surgiu de forma inesperada: o decaimento radioativo de alguns elementos situados em laboratórios na Terra parece ser influenciado por atividades que ocorrem no interior do Sol, a 150 milhões de quilômetros de distância. Pesquisadores das universidades Stanford e Purdue acreditam que sim. Mas a explicação oferecida por eles dá origem a outro mistério. Existe ainda uma chance remota de que esse efeito inesperado seja provocado por uma partícula até então desconhecida emitida pelo Sol. “Isso seria verdadeiramente notável”, disse Peter Sturrock, professor emérito de física aplicada de Stanford e especialista no funcionamento interno do Sol.

A história começa, em certo sentido, em salas de aula ao redor do mundo, onde aos alunos é ensinado que a taxa de decaimento de determinado material radioativo é constante. Esse conceito é utilizado, por exemplo, quando os antropólogos usam o carbono-14 para datar artefatos antigos e quando os médicos determinam a dose adequada de radioatividade para tratar um paciente com câncer.

Mas essa hipótese foi contestada de forma inesperada por um grupo de pesquisadores da Universidade de Purdue, que na época estavam mais interessados em números aleatórios que em decaimento nuclear. Os cientistas utilizam longas sequências de números aleatórios para uma variedade de cálculos, mas esses são difíceis de ser produzidos, pois o processo utilizado para produzir os números influencia o resultado.

Efraim Fischbach, professor de física na Universidade de Purdue, pensava que a taxa de decaimento radioativo de vários isótopos era uma possível fonte dos números aleatórios produzidos sem qualquer intervenção humana. Uma massa de césio-137 radioativo, por exemplo, pode desaparecer a um ritmo constante global, mas átomos individuais dentro da massa decaem em um padrão imprevisível e aleatório. Portanto, a velocidade do decaimento do césio localizado próximo a um medidor Geiger pode produzir números aleatórios.

À medida que os pesquisadores analisavam os dados publicados sobre os isótopos específicos, encontravam divergência em relação às taxas de decaimento medido – um resultado estranho para supostas constantes físicas. Ao verificar os dados coletados no Brookhaven National Laboratory, em Long Island, e no Instituto Técnico e Físico Federal, na Alemanha, os estudiosos se depararam com algo ainda mais surpreendente: a observação a longo prazo da taxa de decaimento de silício-32 e rádio-226 parecia mostrar uma pequena variação sazonal. A taxa de decaimento era sempre um pouco mais rápida no inverno que no verão.

Essa variação foi real ou apenas uma falha no equipamento utilizado para medir o decaimento, provocado pela mudança das estações, com as consequentes alterações de temperatura e umidade? “Todos pensaram que o resultado devia ser devido a erros experimentais, pois nós, cientistas, somos levados a crer que as taxas de decaimento são constantes”, disse Sturrock.

Em 13 de dezembro de 2006, o próprio Sol forneceu uma pista crucial, quando uma erupção solar enviou uma corrente de partículas e radiação em direção à Terra. Jere Jenkins, engenheiro nuclear de Purdue, enquanto realizava medições da taxa de decaimento do manganês-54 (um isótopo de vida curta utilizado no diagnóstico médico), observou que a taxa havia caído ligeiramente durante a tempestade, uma diminuição que começou cerca de um dia e meio antes da tempestade.

Se essa aparente relação entre erupções solares e as taxas de decaimento se comprovar verdadeira, isso poderia conduzir a um método de prever erupções solares antes de sua ocorrência. Essa descoberta poderia ajudar a evitar danos a satélites e redes elétricas, bem como salvar a vida de astronautas no espaço.

As anomalias percebidas na taxa de decaimento por Jenkins ocorreram durante o meio da noite em Indiana – o que significa que algo produzido pelo Sol havia percorrido o caminho até a Terra para alcançar os detectores de Jenkins. O que poderia ser produzido por uma erupção solar que tivesse esse efeito?

Jenkins e Fischbach deduziram que os responsáveis pela alteração na taxa de decaimento houvessem sido os neutrinos solares, partículas que não possuem quase nenhuma massa e que são conhecidas por voar quase à velocidade da luz através do mundo físico – seres humanos, rochas, oceanos e planetas – sem apresentar praticamente qualquer interação com as coisas.

Em uma série de artigos publicados nos periódicos científicos Astroparticle Physics, Nuclear Instruments and Methods in Physics Research e Space Science Reviews, Jenkins, Fischbach e seus colegas mostraram que era altamente improvável que as variações observadas nas taxas de decaimento tivessem vindo de influências ambientais sobre os sistemas de detecção.

O resultado dessas pesquisas reforçou o argumento de que as oscilações nas taxas de decaimento anômalo foram causadas por neutrinos solares. A oscilação parecia estar em sincronia com a órbita elíptica da Terra, em que as taxas oscilavam à medida que a Terra se aproximava do Sol (sendo exposta a mais neutrinos) e depois se afastava. Então, havia uma boa razão para suspeitar do Sol, mas isso poderia ser provado?

Peter Sturrock é professor emérito de física aplicada na Universidade de Stanford e especialista no funcionamento interno do Sol. Durante uma visita ao Observatório Solar Nacional, no Arizona, Sturrock entregou cópias dos artigos de periódicos científicos escritos pelos pesquisadores da Universidade de Purdue.

Sturrock sabia, por sua longa experiência, que a intensidade da barragem de neutrinos solares enviados em direção à Terra varia em uma base regular, à medida que o próprio Sol gira e mostra uma face diferente, de maneira semelhante às luzes de um carro da polícia [efeito Doppler]. Sturrock sugeriu aos pesquisadores da Universidade Purdue que procurassem por evidência de que as mudanças no decaimento radioativo do planeta variam de acordo com a rotação do Sol. “Isso é o que eu sugeri. E é isso que temos feito”, afirma.

Ao examinar novamente os dados de decaimento do laboratório de Brookhaven, os pesquisadores encontraram um padrão recorrente de 33 dias. Era uma grande surpresa, sendo que a maioria das observações solares apresenta um padrão de cerca de 28 dias – a taxa de rotação da superfície do Sol. A explicação? O núcleo do Sol – onde as reações nucleares produzem neutrinos – aparentemente gira mais lentamente do que a superfície que vemos. “Pode parecer um contrassenso, mas parece que o núcleo gira mais lentamente do que o resto do Sol”, disse Sturrock.

De acordo com Fischbach, todas as evidências apontam à conclusão de que o Sol “se comunica” com isótopos radioativos na Terra. Mas há uma grande pergunta que permanece sem resposta. Ninguém sabe como neutrinos poderiam interagir com materiais radioativos para alterar sua taxa de decaimento. “Não faz sentido, de acordo com as ideias convencionais”, disse Fischbach. Jenkins acrescentou: “O que estamos sugerindo é que algo que realmente não interage com qualquer coisa está mudando algo que não pode ser mudado.”

“É um efeito que ninguém ainda compreende”, concordou Sturrock. “Os estudiosos estão começando a dizer: ‘O que está acontecendo?’ Mas a evidência aponta para isso. É um desafio para os físicos e um desafio para todos.” Se a misteriosa partícula não é um neutrino, “teria que ser algo que não conhecemos, uma partícula desconhecida que também é emitida pelo Sol e tem esse efeito, e que seria ainda mais notável”, disse Sturrock.

(Peter Sturrock é professor emérito de física aplicada na Universidade Stanford, Califórnia, EUA; Chantal Jolagh é estagiária de ciência do Stanford News Service; publicado no Stanford News; traduzido por Matheus Cardoso)

Nota do blog Criacionismo.com.br: As implicações dessa descoberta para os métodos de datação radiométricos parece óbvia, mas, ao que tudo indica, a “ficha ainda não caiu”. [MB]

Nota deste blogger: De fato, Michelson. Sexta-feira passada (11/09), estava comentando sobre esta nova pesquisa em sala de aula. Minha professora sabatinou a classe sobre como é feita uma datação radiométrica em resposta a uma pergunta que fiz, se utilizando do método da Termoluminescência (TL) para exemplificar. Porém, ela não "sacou", enquanto explicava, que este e muitos outros métodos se tornam duvidosos quanto à sua confiabilidade, uma vez que não é de hoje que a oscilação da intensidade dos ventos solares ocorre (além de outros fatores que impedem uma datação confiável, como é o caso do ignorado - mas evidente - dilúvio global, que rompeu com o Princípio Uniformitarista). Foi onde procurei "abrir os olhos" da classe proporcionando uma reflexão sadia, coerente com as evidências. Mas "o pior cego é aquele que não quer enxergar", por isso muitos ignoraram ou não "sacaram" a "sacada". Em contraposição, há cerca de 200 geocronômetros (da Terra e do universo) confiáveis que evidenciam uma Terra "jovem", como é o caso da taxa de crescimento populacional humano, a quantidade de poeira na superfície da Lua, a existência de radiohalos de Polônio em biotitas de granitos pré-cambrianos, a taxa de erosão dos continentes, o declínio do campo magnético da Terra, a perda de temperatura da Terra e da Lua, a pressão do gás natural, o barrado espiral das galáxias, a concentração salina nos oceanos, o aspecto plano-paralelo das rochas sedimentares, etc. Enquanto isso, segue o mito da evolução nas universidades, escolas e sociedade em geral, baseado em um longo tempo e uma macroevolução que nunca existiram... [ALM]

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Tempo, um problema para os modelos da história da Terra

Resumo

Visões de mundo diferentes resultam em conceitos diferentes acerca das origens e tempo na história da Terra. A ciência moderna adotou uma visão de mundo estritamente naturalística desde o Século XIX. Modelos de origens resultantes desta visão de mundo atribuem uma idade de cerca de 4,5 Ga para a Terra e cerca de 600 Ma para a existência de vida abundante na Terra. Em contraste a visão de mundo teísta cristã baseada na Bíblia atribui cerca de 6 a 8 ka para a vida na Terra e cerca de um ano para a deposição da maior parte das rochas Fanerozóicas. Os princípios e métodos da geocronologia são esboçadas brevemente. Uma observação nos valores de tempo atribuídos aos limites entre períodos geológicos mostra que eles não têm variado ao longo do Século XX apesar dos progressos observados nos métodos de datação. Uma pesquisa em publicações sobre geocronologia desde 1995 mostra que a maioria deles são estudos em estratigrafia e as datações são feitas principalmente pelos métodos do 40Ar/39Ar, U/Pb, 14C e diversos métodos que utilizam os danos de radiação sobre os materiais. É feita uma breve descrição dos principais métodos e alguns de seus problemas são indicados.

Introdução

Conhecer e descrever a origem de tudo é uma preocupação demonstrada pelo ser humano em qualquer civilização. Em sociedades mais estruturadas, algumas pessoas se dedicam à produção, preservação e divulgação do conhecimento, e assim têm uma preocupação especial com este assunto. Nos dias de hoje estas pessoas são conhecidas principalmente como cientistas e em menor número filósofos e teólogos. Na civilização grega eram os filósofos, em outras os magos, sacerdotes escribas e profetas. Mesmo atualmente, nas sociedades que costumamos classificar como "primitivas", encontramos os pajés ou feiticeiros que se dedicam à criação e preservação das tradições e costumes religiosos de suas tribos, que normalmente incluem uma história sobre origens.

Dentro deste contexto da busca pela origem, surge a preocupação com o tempo. Quando ocorreram estes eventos?

Estudos baseados no texto bíblico sugerem objetivamente que a Terra foi organizada e recebeu os seres vivos a poucos milhares de anos. O código de Manu, originário da Índia, propõe um universo cíclico com um dia de Brahman de cerca de 4,38 bilhões de anos e uma noite de igual duração (Martins 1994). Os conhecimentos científicos desenvolvidos nos últimos 70 a 80 anos propõe um universo iniciado a cerca de 15 bilhões de anos (Silk 1989), um planeta Terra existente a cerca de 4,56 bilhões de anos e vida abundante na Terra a cerca de 570 milhões de anos (Harland et al. 1990).

Dadas as diferenças nestes valores, vem a pergunta: estes dados sobre o tempo são importantes para a vida das pessoas? qual destes resultados merece mais confiança? E finalmente: estas perguntas são relevantes?

Estas questões nos levam a considerações sobre nossa "visão de mundo". [...]


[Leia o artigo completo clicando aqui]

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Dilúvio Universal - Prof. Dr. Walter Veith



Acompanhe a sequência do estudo selecionando as outras partes no menu que aparece no final de cada apresentação.

sexta-feira, 9 de julho de 2010

A verdadeira idade da Terra (parte 1/7)


Veja a sequência do estudo selecionando as outras partes no menu que aparece no final de cada apresentação.

Impressões digitais da criação (parte 1/3)


Veja a sequência do estudo selecionando as outras partes pelo menu que aparece no final de cada apresentação.

"Se calarem a voz dos profetas, as pedras falarão."

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Brasília já esteve debaixo d’água (e não só ela)

Há 900 milhões de anos [na elástica cronologia evolucionista], um oceano com as dimensões do Atlântico pairava sobre o lugar que hoje conhecemos como Planalto Central. A conclusão é de um estudo conduzido pelo Laboratório de Geocronologia da UnB, em parceria com os institutos de Geociências (IG) e Astronômico e Geofísico (IAG) da Universidade de São Paulo (USP). Os cientistas se debruçaram sobre amostras extraídas da chamada Faixa Brasília, conjunto de rochas sedimentares de mar profundo que datam do período Neoproterozoico - entre 1 bilhão e 600 milhões de anos atrás. O estudo do material ajuda a contar a história de como era a região muito antes de o primeiro dinossauro existir e quando os continentes ainda não haviam sido formados.

De acordo com o geólogo da Universidade de Brasília (UnB) e coordenador do estudo, Reinhardt Fuck, a maior prova de que havia um oceano no Brasil Central são vestígios de um arco de ilhas vulcânicas - semelhantes às ilhas que compõem o arquipélago do Japão. “Arcos como esses correspondem a ilhas existentes no meio de um oceano”, afirma.

Esse extinto e pré-histórico oceano é chamado de Brasilides ou Goyaz (em referência à antiga tribo indígena que nomeou também o estado de Goiás). Outra prova de sua existência são as rochas encontradas nas cidades mineiras de Ibiá e Araxá. Segundo o especialista, elas foram depositadas em ambientes mais afastados da antiga margem continental - o cráton do São Francisco -, ou seja, em mar profundo.

O grande diferencial do estudo conduzido pela UnB e pela USP é a coleta de informações sobre as características das camadas mais profundas da crosta na região. Para isso, foi utilizada uma técnica conhecida como refração sísmica profunda, que possibilitou a obtenção de dados das formações rochosas que constituem a crosta em profundidades jamais observadas no Brasil.

“Até a conclusão desse estudo, tinha-se conhecimento apenas da geologia de superfície, com a ajuda de sondagens que chegavam a uma profundidade máxima de 5km”, explica o geólogo UnB.

O trabalho resultou em um mapeamento da estruturação e das propriedades das rochas em profundidade superior a 40km. “Isso proporciona melhor entendimento de determinadas formações minerais e dados para a exploração de minérios”, informa Renato Moraes, professor do Departamento de Minerologia e Geotectônicas da USP. Em outras palavras, as informações poderão ajudar mineradoras na localização de jazidas.

A pesquisa englobou os estados de Goiás, Mato Grosso e Tocantins, além do Distrito Federal. Entre essas unidades da federação, foram instaladas 200 estações sismográficas, em linha. A partir daí, a refração sísmica possibilitou determinar a estrutura profunda da crosta no Brasil central.

Entre os resultados da pesquisa, pôde-se identificar, por exemplo, a distância da Chapada dos Veadeiros até o manto da Terra. A Chapada tem uma crosta terrestre com aproximadamente 42 quilômetros de profundidade.

Outros dados interessantes referem-se à região onde a crosta é menos espessa, como abaixo da cidade de Porangatu, no norte de Goiás), que é de 32 km de profundidade.

“Essa diferença de 10 quilômetros é significativa. Isso indica que ali houve um processo de abertura de oceano e sua convergência em massa continental, ou seja, o assoreamento do Oceano de Goyaz”, afirma Fuck.

Do ponto de vista da ciência, os geólogos afirmam que identificar a geocronologia do solo profundo proporciona contar uma história com começo, meio e fim. “Essas rochas sedimentadas ajudam a contar a história do nosso planeta. Estudá-las é tão importante quanto o homem ir à Lua”, compara o professor da UnB. [...]

(Jornal da Ciência)

Nota do blog Criacionismo.com.br: Além dessa evidência de inundação no Planalto Central, é bom lembrar que mais ou menos metade dos sedimentos nos continentes é de origem marinha (mais de 99% dos fósseis do Fanerozóico são de seres aquáticos). Como é possível que exista tanto material marinho sobre os continentes? A invasão geral das terras continentais (que são mais elevadas) pelos oceanos é certamente uma situação muito diferente da situação presente, e concorda com a ideia de um dilúvio global. Além disso, muitas camadas sedimentares de geologia singular cobrem regiões tão grandes que é difícil acreditar que foram depositadas lentamente sob condições não catastróficas. Por exemplo, o conglomerado (rocha composta por fragmentos de cascalho) Shinarump, no sudoeste dos Estados Unidos, com cerca de 30 metros de espessura, cobre quase 260.000 km². Por isso, o geólogo Dr. Nahor Neves de Souza Jr. questiona: “Que processo seria capaz de espalhar depósitos sedimentares por áreas tão vastas? Nenhum fenômeno geológico, presentemente observado, poderia coerentemente explicar formações geológicas tão extensas e generalizadas na superfície da crosta terrestre.”[MB]

terça-feira, 8 de junho de 2010

Terra e Lua podem ser mais jovens do que se pensava

A Terra e a Lua podem ter se formado muito mais tarde do que se acreditava, segundo recente pesquisa da Universidade de Copenhague, publicada na revista especializada Earth and Planetary Science Letters. A Terra e a Lua foram criadas como resultado de uma gigantesca colisão entre dois planetas do tamanho de Marte e Vênus. Até agora, acreditava-se que a colisão teria ocorrido quando o Sistema Solar tinha 30 milhões de anos - há cerca de 4.537 milhões de anos. Mas o novo estudo do Niels Bohr Institute, da Universidade de Copenhague, sugere que a Terra e a Lua provavelmente se formaram muito depois disso, talvez até 150 milhões de anos depois da formação do Sistema Solar. “Determinamos a idade da Terra e da Lua usando isótopos de tungstênio, que podem revelar se os núcleos de ferro (dos planetas) e a superfície de rochas se misturaram durante a colisão”, explicou o geólogo Tais W. Dahl, que elaborou a pesquisa durante seu projeto de tese em geofísica no Niels Bohr Institute, em colaboração com David J. Stevenson, do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech, na sigla em inglês).

Os planetas do Sistema Solar foram criados pela colisão de pequenos planetas que orbitavam em torno do então recém-formado Sol. Durante as colisões, os pequenos planetas derretiam e se juntavam, formando planetas cada vez maiores. A Terra e a Lua se formaram como resultado entre o choque de dois planetas que tinham o núcleo de metal e a superfície de rochas.

O processo ocorreu em menos de 24 horas e a temperatura da Terra era tão alta (7 mil graus Celsius) que tanto as rochas como o metal devem ter derretido durante a colisão. [...]

(UOL)

Nota do blog Criacionismo.com.br: Interessante como um texto que começa com a palavra “acreditar” e com verbos no particípio gradualmente passa a utilizar verbos que indicam certeza. A hipótese da colisão planetária (que curiosamente deixou Terra e Lua em órbitas perfeitamente ajustadas para manter a vida em nosso planeta) é tida como certa, embora não existam evidências diretas disso. De qualquer forma, também acredito que a Terra seja bem mais jovem do que se pensa.[MB]
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