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sexta-feira, 27 de abril de 2018
O que podemos esperar das conversações entre a Coreia do Norte e a do Sul
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segunda-feira, 12 de março de 2018
Conversação entre Trump e Kim Jong-un: o que realmente está em cima da mesa
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terça-feira, 3 de outubro de 2017
ENTENDA: Espanha x Catalunha
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segunda-feira, 24 de abril de 2017
MOAB - a maior bomba não atômica do mundo
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segunda-feira, 27 de março de 2017
Brexit: veja momentos mais relevantes desde que britânicos votaram pela saída da UE (9º Ano - Col. Milton Carneiro)
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terça-feira, 9 de junho de 2015
Vídeos sobre a 2ª Guerra Mundial (9º Ano - CAB)
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quinta-feira, 28 de maio de 2015
Europa - Geopolítica (9º Ano - CAB)
terça-feira, 5 de maio de 2015
Ciência, igreja e Estado se unem para salvar a Terra
As preocupações e orações dos líderes religiosos em todo o mundo estão em sintonia com os alertas dos cientistas: a mudança climática global é real e pode comprometer a justiça social e a paz. Esses dois magistérios, que geralmente não se bicam, afirmaram nesta terça-feira, durante um seminário no Vaticano, que a conferência do clima de Paris é provavelmente a última oportunidade de frear o aumento de temperatura da Terra. O evento, aberto pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, foi organizado por um conjunto de instituições religiosas, como a Pontifícia Academia de Ciências e a Pontifícia Academia das Ciências Sociais, teve participação de acadêmicos, políticos e líderes religiosos.
A “Declaração de Líderes Religiosos, líderes políticos, líderes empresariais, cientistas e profissionais de desenvolvimento” mostrou especial preocupação com comunidades mais pobres e mais vulneráveis ao aumento da frequência de secas, tempestades extremas, ondas de calor e elevação do nível do mar. O documento reforça a necessidade de um acordo ambicioso em Paris.
“O mundo tem ao seu alcance tecnologia, meios financeiros e know-how para mitigar a mudança climática e ao mesmo tempo acabar com a pobreza extrema, por meio da aplicação de soluções de desenvolvimento sustentável, incluindo a adoção de sistemas de energia de baixo carbono apoiados pelas tecnologias da informação e da comunicação”, diz um trecho da declaração.
Os signatários pedem, ainda, que os países desenvolvidos auxiliem e financiem os países pobres e mais vulneráveis e sugerem “a mudança do financiamento público de gastos militares para investimentos urgentes para desenvolvimento sustentável”.
Em seu discurso, Ban pediu aos líderes religiosos que ajudem a aumentar a consciência sobre o clima. “Ciência e religião não estão em desacordo sobre mudanças climáticas. Na verdade, estão totalmente alinhados”, afirmou. “A erradicação da pobreza extrema e a proteção do meio ambiente são valores que estão em plena consonância com os ensinamentos das grandes religiões [...]. Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza em nosso tempo de vida, e a última geração para combater a mudança climática antes que seja tarde demais.”
O secretário-geral da ONU reuniu-se durante cerca de meia hora com o papa Francisco, que afirmou que sua encíclica sobre mudança climática já está em tradução e deve ser publicada em junho. “Ela irá transmitir ao mundo que proteger o nosso ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e as pessoas de consciência”, disse Ban.
A teóloga Teresa Berger, da Universidade Yale, nos EUA, disse ao jornal The Guardian que a encíclica papal deverá trazer uma visão teológica que considera a exploração sem limites da Terra “um pecado”.
Fonte: Observatório do Clima
Leia também: "Vaticano e ONU querem governo mundial"
E assista a esta reportagem veiculada pela Globo.
A “Declaração de Líderes Religiosos, líderes políticos, líderes empresariais, cientistas e profissionais de desenvolvimento” mostrou especial preocupação com comunidades mais pobres e mais vulneráveis ao aumento da frequência de secas, tempestades extremas, ondas de calor e elevação do nível do mar. O documento reforça a necessidade de um acordo ambicioso em Paris.
“O mundo tem ao seu alcance tecnologia, meios financeiros e know-how para mitigar a mudança climática e ao mesmo tempo acabar com a pobreza extrema, por meio da aplicação de soluções de desenvolvimento sustentável, incluindo a adoção de sistemas de energia de baixo carbono apoiados pelas tecnologias da informação e da comunicação”, diz um trecho da declaração.
Os signatários pedem, ainda, que os países desenvolvidos auxiliem e financiem os países pobres e mais vulneráveis e sugerem “a mudança do financiamento público de gastos militares para investimentos urgentes para desenvolvimento sustentável”.
Em seu discurso, Ban pediu aos líderes religiosos que ajudem a aumentar a consciência sobre o clima. “Ciência e religião não estão em desacordo sobre mudanças climáticas. Na verdade, estão totalmente alinhados”, afirmou. “A erradicação da pobreza extrema e a proteção do meio ambiente são valores que estão em plena consonância com os ensinamentos das grandes religiões [...]. Somos a primeira geração que pode acabar com a pobreza em nosso tempo de vida, e a última geração para combater a mudança climática antes que seja tarde demais.”
O secretário-geral da ONU reuniu-se durante cerca de meia hora com o papa Francisco, que afirmou que sua encíclica sobre mudança climática já está em tradução e deve ser publicada em junho. “Ela irá transmitir ao mundo que proteger o nosso ambiente é um imperativo moral urgente e um dever sagrado para todas as pessoas de fé e as pessoas de consciência”, disse Ban.
A teóloga Teresa Berger, da Universidade Yale, nos EUA, disse ao jornal The Guardian que a encíclica papal deverá trazer uma visão teológica que considera a exploração sem limites da Terra “um pecado”.
Fonte: Observatório do Clima
Leia também: "Vaticano e ONU querem governo mundial"
E assista a esta reportagem veiculada pela Globo.
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quinta-feira, 6 de março de 2014
Crimeia pede para fazer parte da Rússia; entenda com mapas a crise na Ucrânia
O Parlamento regional da Crimeia, uma república autônoma da Ucrânia que ocupa uma península no sul do país, aprovou nesta quinta-feira (6) uma moção em que pede à Federação Russa que a região passe a fazer parte do país.
De acordo com os parlamentares, se o pedido for aceito pelas autoridades de Moscou - que ainda não se pronunciaram -, a separação da Ucrânia será colocada em votação em um referendo no dia 16 de março.
A Crimeia, cuja maioria da população é russa ou de origem russa, está no centro da tensão entre Moscou e Kiev. Tropas pró-Rússia mantém o controle sobre a península há vários dias.
O governo provisório da Ucrânia não conhece o governo da Crimeia, que foi empossado em uma sessão de emergência no Parlamento na semana passada. O primeiro-ministro interino em Kiev, Arseniy Yatsenyuk, disse que a Crimeia se juntar à Rússia seria inconstitucional. O argumento é que o Parlamento da Crimeia não tem poderes para determinar a secessão.
Por sua vez, o vice-primeiro-ministro da Crimeia, Rustam Temirgaliev, disse que as autoridades no poder em Kiev não são legítimas e descartou a alegação de inconstitucionalidade.
No leste da Ucrânia, onde há uma significativa população russa, o líder dos ativistas pró-Rússia da cidade de Donetsk, Pavel Gubarev, foi detido por forças de segurança ucranianas no momento em que estava dando uma entrevista para a BBC. Donetsk tem sido palco de confrontos entre forças pró e contrárias à Rússia nos últimos dias.
Os desdobramentos na Ucrânia ocorreram no mesmo dia em que representantes da União Europeia e ucranianos estão reunidos em Bruxelas para uma reunião de emergência, em que discutem a situação na ex-república soviética.
A crise começou em novembro de 2013 quando o governo do então presidente ucraniano Viktor Yanukovych anunciou que havia abandonado um acordo que estreitaria as relações do país com a União Europeia. Posteriormente o governo procurou uma aproximação maior com a Rússia.
Manifestantes contrários ao governo, que lutavam pelo fortalecimento das ligações da Ucrânia com a União Europeia, exigiram a renúncia de Yanukovych e eleições antecipadas.
Por meio de uma série de mapas, a BBC explica a seguir os principais pontos da crise na Ucrânia.
Importância estratégica
A maioria da região da Crimeia é habitada por moradores falantes de russo e tem grande importância política e estratégica tanto para a Rússia como para a Ucrânia.
A esquadra russa no Mar Negro tem sua base histórica na cidade de Sevastopol. Depois que a Ucrânia se tornou independente, um contrato foi elaborado para que a frota continuasse a operar de lá.
Em 2010, este contrato foi estendido para 2024 em troca de suprimentos mais baratos de gás russo para a Ucrânia.
Papel central de Kiev
Ocorreram diversos protestos pelo país, mas o coração do movimento se estabeleceu na praça da Independência em Kiev e lá permaneceu por três meses.
Apesar de pacífico na maior parte do tempo, ataques de violência deixaram centenas de feridos e mais de 80 mortos.
Quando a violência sofreu uma escalada, o Parlamento ucraniano votou pela deposição do presidente Yanukovych e ele fugiu para a Rússia.
Ucrânia dividida
Contudo, as divisões na Ucrânia remontam a episódios muito anteriores à crise atual. O país tem estado dividido entre leste e oeste desde o colapso da União Soviética em 1991 - e a separação se reflete também na cultura e na língua.
O russo é falado abertamente em partes do leste e do sul. Em algumas áreas, incluindo a península da Crimeia, ele é o idioma mais usado.
Em regiões ocidentais - próximas à Europa - o ucraniano é a língua principal e muitas pessoas se identificam com a Europa central.
Essa divisão normalmente se reflete nas eleições do país. As áreas com grandes proporções de falantes de russo são aquelas nas quais Yanukovych foi mais votado em 2010.
União Europeia e Rússia
A Ucrânia tem laços econômicos tanto com a União Europeia quanto com a Rússia.
Os gasodutos russos para a Europa passam pelo país - fato que ficou bastante claro em 2006 quando Moscou cortou brevemente o fornecimento de gás, soando um alarme na Europa ocidental.
As ações recentes para chegar a um acordo com a União Europeia aumentaram a tensão com a Rússia, que as entendem como um passo em direção à integração à União Europeia.
A Rússia preferiria interromper essa integração com os europeus para aumentar a influência de Moscou sobre a Ucrânia por meio de uma união aduaneira.
Fonte: G1
terça-feira, 25 de fevereiro de 2014
Coreia do Norte aparece sob total escuridão em foto da NASA
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| Coreia do Norte (ao centro) aparece sob a escuridão entre a China (à esquerda) e a Coreia do Sul (à direita). Foto: NASA |
O fato é consequência da falta de fornecimento de energia no país, com exceção da capital Pyongyang, ao sudeste do país, que aparece iluminada pelas luzes da cidade. O resto da Coreia, que tem uma população de 24 milhões de pessoas, aparece sob total escuridão, quase como o mar entre a Coreia do Sul e a China.
De acordo com o Observatório da Terra da NASA, a emissão de luz a partir de Pyongyang é equivalente a das menores cidades da Coreia do Sul e essas diferenças são ilustradas pelo consumo de energia dos dois países. Enquanto a Coreia do Sul gasta 10.162 quilowatts-hora, a Coreia do Norte gasta 739.
Fonte: Portal Terra
Nota: Alguns dizem que não, só que a imagem parece ser verdadeira, mas que é uma bela de uma propaganda capitalista em detrimento ao comunismo norte-coreano (ao qual não defendo), ah, isso é... Imagem da NASA, que é uma instituição financiada pelo capitalismo norte-americano (que também não defendo)... Uma imagem boa de ser discutida em sala de aula, em Geografia.[ALM]
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quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Globalização (7º Ano)
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011
A China não vai dominar o mundo
A China, segundo alguns especialistas, não dominará o cenário econômico, pelo contrário, chegou ao seu ápice e deverá decair nos próximos anos, o que manterá a hegemonia dos Estados Unidos da América no cenário econômico e político, dando cumprimento, portanto, às profecias de Apocalipse e Daniel. Vejamos a posição de especialistas no assunto: Notícia de ontem do jornal Valor Econômico: “Mas uma das oportunidades na futura mudança de foco para o Oriente é a chance de os líderes políticos – e candidatos - americanos explicarem aos cidadãos do país que na verdade a China não é tão assustadora assim. A China enfrenta seus próprios problemas econômicos consideráveis, uma constatação que pode pelo menos suavizar a atmosfera de ansiedade e medo econômico que tomou conta dos EUA.
“Na verdade, está emergindo um grupo totalmente novo de céticos quanto à China, que acham que o potencial econômico do país está sendo exagerado e os problemas do país, minimizados. Num comentário distribuído semana passada, Jerry Jasinowski, um economista e ex-presidente da Associação Nacional da Indústria dos EUA, declarou que ‘há evidências cada vez maiores de que a concorrência chinesa à indústria americana atingiu o auge e sua vantagem competitiva está em declínio.’
“Jasinowski citou especialmente um relatório recente do Boston Consulting Group afirmando que o custo de produzir na China está crescendo devido à escalada local nos salários, do preço das matérias-primas e do combustível. Ao mesmo tempo, escreveu Jasinowski, os fabricantes americanos ficaram mais competitivos por conta do doloroso ajuste econômico em curso atualmente. Com o tempo, argumentou ele, quando levado em conta o custo de transportar produtos da China, produzir e comprar nos EUA voltará a ser mais atraente.
“Se o cenário competitivo está ficando mais equilibrado, uma meta que os líderes americanos devem adotar é pressionar mais a China a respeitar todas as regras econômicas internacionais. Isso significa especialmente uma pressão contínua para encerrar a manipulação do valor de sua moeda e proteger mais as patentes da pirataria. A verdadeira meta da diplomacia americana é convencer a China de que um sistema internacional justo é do seu interesse no longo prazo. ‘Se um país grande como a China não obedece às regras, o sistema mundial fica prejudicado e, no fim das contas, a China também, já que depende muito dele’, diz o subsecretário de Estado dos EUA, Robert Hormats.
“E isso insere a questão na campanha presidencial nascente nos EUA. Já ocorreu bastante demonização da China nesse campo, em boa parte graças ao candidato de oposição Mitt Romney, que promete adotar uma linha mais dura contra aquele país. Ele propôs impor tarifas de importação à China em retaliação direta à manipulação cambial e à pirataria de propriedade intelectual, e foi até aplaudido num debate na semana passada quando sugeriu que a China deveria ser pressionada de alguma maneira a assumir o custo da ajuda internacional que os EUA fornecem atualmente a países pobres.
“Mas existem outros meios de fazer valer os interesses americanos, como se unir aos países asiáticos e latino-americanos que se sentem amedrontados pelos chineses. Na realidade, o melhor debate mesmo pode ser descobrir como concorrer melhor com a China, e não como puni-la.”
(Colaboração: Yuri Almeida Belchior Tisi, acadêmico de Direito no UniCEUB, Brasília, DF)
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sábado, 9 de julho de 2011
Sudão do Sul é o mais novo país do mundo
Segundo o enviado da BBC a Juba Will Ross, às vésperas do nascimento do país as rádios tocaram sem parar o hino nacional sul-sudanês, composto por estudantes locais.
O país nasce a partir de um acordo de paz firmado em 2005, após 12 anos de uma guerra civil que deixou 1,5 milhão de mortos. Em janeiro, 99% dos eleitores do Sudão do Sul votaram a favor da separação da região, predominantemente cristã e animista, em relação ao norte, governado a partir de Cartum, onde a população é em sua maioria muçulmana e de origem árabe.
Nesta sexta-feira, o governo do presidente sudanês, Omar Bashir, reconheceu formalmente a independência da parte sul de seu país. Ele estará em Juba, no sábado para a festa, assim como o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que será recepcionado pelo presidente interino do Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit. Apesar de possuir grandes reservas de petróleo, o Sudão do Sul nasce como um dos países mais pobres do mundo, com a maior taxa de mortalidade materna, a maioria das crianças fora da escola e um índice de analfabetismo que chega em 84% entre as mulheres.
Embora não haja estatísticas oficiais, a ONU estima que a população do país varie entre 7,5 e 9,5 milhões. O Sudão do Sul também nasce sendo um dos maiores do continente, superando as áreas de Quênia, Uganda e Ruanda somadas.
A independência está sendo celebrada sem que as fronteiras entre o sul e o norte já estejam completamente definidas. Um foco de tensão é o debate sobre quem ficará a região de Abyei, rica em petróleo. Em maio, forças do Sudão do Norte entraram em Abyei. Os conflitos forçaram 170 mil pessoas a deixarem suas casas, para fugir da violência.
O acordo de 2005 previa um referendo para os moradores da área decidirem se ficariam com o norte ou o sul, mas por causa da tensão a votação ainda não ocorreu. Antecipando-se a uma eventual retomada da guerra civil, o Conselho de Segurança da ONU aprovou, também em maio, o envio de uma missão de paz com 7 mil militares para a área, a maioria da Etiópia.
A separação também acendeu os ânimos na região de Kordofan do Sul, que está sob controle do governo de Cartum. Povoada por minorias étnicas sem ligação com a população árabe do norte, a região quer se juntar ao novo país. Confrontos na região já provocaram o deslocamento de 60 mil moradores.
A questão do petróleo é uma das questões mais sensíveis na divisão do Sudão.
A maior parte das reservas fica no sul, mas quase toda a infraestrutura para refino e transporte fica no norte. Por enquanto, a receita é dividida meio a meio. Além de discutir uma nova divisão nos lucros, o sul e o norte também têm de dividir a dívida pública do Sudão.
A nacionalidade dos sul-sudaneses que vivem no norte é outro problema. O governo de Cartum já revogou a cidadania destas pessoas, que agora migram em massa para a antiga terra natal, para se tornarem cidadãos do mais novo país do mundo. Mas as delicadas questão envolvendo o norte não são os únicos problemas que o Sudão do Sul está tendo que enfrentar.
O país ainda discute, por exemplo, quem irá estampar as notas da futura nova moeda, o design dos selos e até qual será a capital – Juba ou uma nova cidade a ser construída, que pode até ter o formato de animais ou frutas africanas. O nascimento do país também provocou mudanças na ONU, onde engenheiros discutem se incluem mais uma cadeira no já apertado plenário da Assembleia Geral, ou se o Sudão do Sul vai ocupar o espaço do Vaticano ou da Autoridade Palestina, que têm assento na sala, mas não são Estados-membros.
Fonte: BBC Brasil
Nota do blog Minuto Profético: Dividir e enfraquecer o Sudão faz parte da estratégia preparatória para a invasão do rei do norte (Daniel 11) ao Egito e ao Oriente Médio.

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