quinta-feira, 8 de março de 2012

Alunos do CASJP na aula de Geografia


Alunos do Colégio Adventista de São José dos Pinhais, turma 62, na aula de Geografia. Aula sobre "Geografia, uma ciência de todos" (fev/2012).






Professor André Luiz Marques

Alunos do CAC em aula de Geografia

Alunos da turma 72 na aula de Geografia. Aula sobre pontos extremos do Brasil (fev/2012).



 

domingo, 4 de março de 2012

Restaurando o Brasil


Se fosse simples assim...

Mas temos que fazer cada um a sua parte, não dando espaço para a corrupção; má gerência de nossos recursos como 6º país mais rico do mundo; investir pesado na educação pública, na saúde, nos programas de moradias populares, na infraestrutura como um todo do país...; formação profissional; votando de forma mais consciente/eficiente nas próximas eleições; fazendo atos simples de cidadania como não jogar lixo no chão ou não colar na prova (que é uma prova de caráter); pagar corretamente nossos impostos e exigir que retornem em forma de bem-feitorias para toda a população nacional; obedecendo às leis do país; colaborando com um pouco do nosso tempo em prol do próximo, que é também um cidadão brasileiro; honrando o nosso país nos esportes, no trabalho bem feito, na dedicação a causas sociais, no investimento na base de toda a sociedade - a família; no combate às drogas; abrindo os olhos e saindo da alienação que o consumismo nos impõe; sabendo usar de forma mais racional os nossos recursos naturais, tais como as florestas, minas, água, solo...; voltando a cultivar os princípios e valores de toda sociedade de bem (fora, Big Brother! Rsrs!); garantindo verdadeiramente a liberdade de livre expressão de ideias e religião; planejando metas individuais e coletivas para o crescimento da nação; resolvendo definitivamente o problema da Reforma Agrária, Política e Previdenciária; criando programas mais eficientes de distribuição de renda; criando leis que protejam o cidadão de bem, e não o bandido; ensinando os jovens a respeitarem os mais velhos ("respeitar as pessoas idosas é tratar o próprio futuro com respeito"); criar mais espaços de ciclovias e incentivo ao transporte coletivo; dentre inumeráveis outros aspectos que farão da nação brasileira uma nação restaurada e de verdadeira "ordem e progresso".

Professor André Luiz Marques

sexta-feira, 2 de março de 2012

Blog >>Geografia em Foco<< é classificado como um dos 10 melhores blogs de Geografia do Brasil

Quero compartilhar aqui no blog uma bênção muito especial. O nosso outro blog, >>Geografia em Foco<<, foi classificado pelo conceituado Portal infoEnem (o maior portal do Enem) como um dos dez melhores blogs de Geografia do Brasil, com as seguintes notas (de 0 a 10): Conteúdo = 8; Aparência = 9; Atualização = 9. Quero agradecer primeiramente ao Criador da Terra, do céu, o mar, das fontes das águas e de toda a vida (Apocalipse 14:7) por essa alegre conquista. Também gostaria de agradecer aos alunos do Colégio Adventista Centenário, Colégio Adventista de São José dos Pinhais, aos leitores em geral do blog, à minha família, noiva e amigos pelo apoio, à equipe da Educação Adventista como um todo, que represento por meio da diretora do Departamento de Educação da Associação Sul-Paranaense da Igreja Adventista do Sétimo Dia, Neide Macedo, e à Coordenadora do mesmo departamento, Dirce Ferraz. É a Educação Adventista marcando presença. "Educação Adventista, compromisso com seu futuro."

Veja um trecho do e-mail que recebi do infoEnem: 

"Parabéns! O infoEnem, maior portal sobre o Enem na internet, iniciou em fevereiro uma série de publicações indicando aos seus leitores os melhores conteúdos do país. Seu blog foi classificado entre os 10 melhores do Brasil na categoria Geografia. A lista dos vencedores, assim como seus respectivos links, acabou de ser publicada." 

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Gênesis 15:5

Que possamos contemplar o Universo de estrelas, planetas e demais obras que foram criadas por DEUS, incluindo nossa pequenina Terra! Que ELE te abençoe!

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Professor André Luiz Marques - Geografia


Aula sobre fusos horários do Brasil e do mundo na sala de Geografia do Colégio Adventista Centenário, Curitiba, PR (15/02/12). Minha paixão é ministrar aulas de Geografia e, sempre que possível, conciliando os conhecimentos geográficos com os princípios e valores cristãos. 
Professor André Luiz Marques

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

A Era Glacial segundo o criacionismo

Produções cinematográficas como a animação “A Era do Gelo” dão sua parcela de contribuição para solidificar a ideia de que os períodos glaciais teriam durado centenas de milhares de anos. De fato, existem evidências de que há muitos anos as geleiras cobriram grandes áreas da América do Norte e do noroeste da Europa, mas teriam durado tanto tempo? Foram várias glaciações (a maioria dos geólogos crê que foram quatro) ou foi apenas uma? Analisemos os fatos sob a ótica criacionista.

Causa da glaciação – Segundo o Dr. James Gibson, diretor do Geoscience Research Institute, uma das melhores sugestões para a causa da glaciação é a de Michael Oard. Oard propõe que o oceano estava ainda aquecido imediatamente após o dilúvio (devido à liberação das águas sob pressão das “fontes do grande abismo” [Gênesis 7:11]). Isso significa que muita água se evaporaria e produziria precipitação, produzindo grandes quantidades de neve nas regiões mais próximas aos polos. Atividades vulcânicas (que lançam muita poeira na atmosfera) mantiveram os verões frios, aumentando a precipitação e impedindo o derretimento da neve e do gelo. Quando o chão ficou coberto de neve, passou a refletir mais a radiação solar. Isso teria esfriado ainda mais o ar acelerando o processo. Depois de várias centenas de anos, o oceano se esfriou o suficiente para diminuir a precipitação de mais neve. A atividade vulcânica declinou também, permitindo que os verões se tornassem mais quentes, provocando o derretimento do gelo.

Em seu livro O Mundo Já Foi Melhor, Harry J. Baerg acrescenta: “De acordo com as estatísticas realizadas por William J. Humphrey, professor de Física e Meteorologia, três ou quatro vezes o número de vulcões ativos, bloqueando a passagem do calor solar, poderiam reduzir a temperatura média da atmosfera o suficiente para trazer outra era glacial” (p. 66). E existem evidências de que no passado, em certo momento da história, houve muito mais atividade vulcânica (confira as pesquisas do geólogo Nahor Neves de Souza Jr., explicadas em seu livro Uma Breve História da Terra).

Outro requisito importante para uma glaciação é a umidade abundante. “Deve haver uma enorme precipitação de neve para a formação dos vastos campos. Quando a terra emergiu vagarosamente das águas do dilúvio, grandes lagos foram represados atrás de barreiras de material empilhado. Elas devem ter proporcionado parte da umidade necessária para a formação de nuvens de neve. Os oceanos circundando as áreas glaciadas supriram, sem dúvida, o resto. A temperatura fria das primeiras geleiras e a ação dos ventos tenderiam a precipitar a umidade das nuvens carregadas” (O Mundo Já Foi Melhor, p. 67, 68).

Mas como entender as evidências de que teria havido mais de uma glaciação? Segundo Baerg, a atividade vulcânica que teria causado a glaciação excessiva deve ter variado consideravelmente e o gelo poderia ter avançado e recuado várias vezes, não ocupando milhões de anos, necessariamente. Geólogos criacionistas acreditam que o gelo cobriu grande parte das regiões apenas uma vez, e que a evidência atribuída às outras eras é fruto do trabalho das águas durante o dilúvio. “Alguns glaciologistas creem que talvez as glaciações tivessem sido somente fases de avanço e retração de geleiras durante uma época glacial única” (Jean Flori e Henri Rasolofomasoandro, Em Busca das Origens, p. 274).

Duração da glaciação – No modelo de Oard, a Era Glacial pode ter durado menos de mil anos. “Devemos ter em mente”, escreve Baerg, “que não houve necessidade de milhões de anos para se desenvolver uma era glacial. Todos os fenômenos ligados ao gelo poderiam ter ocorrido em um espaço de tempo relativamente curto. Não precisamos pensar que foram necessários milhões de anos para acumular o gelo das geleiras, uma vez que, em poucos meses durante o inverno, grandes porções de terra são cobertas. [...] A formação e o desaparecimento dos lençóis de gelo devem ter ocorrido entre o tempo do dilúvio e o começo da história registrada” (O Mundo Já Foi Melhor, p. 70). E, conforme lembram Flori e Rasolofomasoandro, “a pequena glaciação do século 18 fez oscilar o limite do gelo em torno de alguns milhares de quilômetros, de norte a sul. A oscilação foi verificada no intervalo de tão-somente 150 anos” (Em Busca das Origens, p. 275).

Embora a Bíblia não registre claramente um evento como a glaciação (e esse nem é o propósito dela, ser um documento geológico), o texto de Jó 38:22 pode indicar um clima mais frio no princípio da história bíblica.

(Michelson Borges)


Fonte: Criacionismo

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Boa volta às aulas, alunos do Colégio Adventista Centenário!

São os votos do professor André Luiz Marques. 
Dia 6 e 7 de fevereiro de 2012, - volta às aulas.
Colégio Adventista Centenário, compromisso com seu futuro!

Meu planeta, minha vida

Educação adventista, compromisso com a vida, compromisso com o nosso planeta. 
Matrículas abertas para o ano de 2012. Acesse o site e veja o colégio mais próximo de você: http://www.educacaoadventista.org.br/

domingo, 8 de janeiro de 2012

A bússola do cristão

Jesus é o centro da Bíblia, e a Bíblia é a "bússola" que nos orienta para permanecermos nos caminhos de Deus, rumo à Canaã Celestial.



sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

A realidade das florestas do Paraná e proposta de conservação



Sobrou menos que 10% do total, até 1990, em nome do progresso.


O mais próximo do ideal possível de se realizar, na proposta sobre as áreas prioritárias de conservação. 


Como iremos lidar com a questão progresso versus conservação ambiental? Como minimizar os impactos ambientais ocorridos em nome do progresso? Qual o custo disso para a sociedade? A natureza continuará a pagar a conta de nosso progresso? É possível a conciliação progresso e conservação da natureza? Fica para reflexão do interessado. 

Professor André Luiz Marques






Por que as escolas adventistas ensinam o criacionismo


O criacionismo é uma corrente de estudos interdisciplinares que procura explicar a origem da vida e do Universo, com semelhanças e diferenças em relação às teorias evolucionistas e ao design inteligente. A Rede Educacional Adventista ensina o criacionismo, baseando-se em argumentos científicos e lógicos, sem impor crenças religiosas nem omitir a versão evolucionista. Portanto, o ensino se encontra em harmonia com as prescrições do Ministério da Educação e Cultura.

1. O argumento criacionista é coerente com o que se observa nos fósseis encontrados na coluna geológica e diz que a criação deu origem a tipos básicos (“espécies”) de seres vivos e que eles “evoluíram” de forma mais ou menos limitada (diversificação de baixo nível ou “microevolução”). Os criacionistas não creem, no entanto, que todos os seres vivos descendem de um mesmo ancestral unicelular comum, pois é algo que, por experimentação e observação, não é possível ser demonstrado.

2. O criacionismo apresenta três evidências básicas da existência de um Criador: (1) o ajuste fino do Universo (teleologia), (2) a existência de estruturas irredutivelmente complexas nos seres vivos, que tinham de funcionar perfeitamente desde que foram criadas, ou não chegariam aos nossos dias, e (3) a informação complexa especificada existente no material genético, que só a inteligência obviamente pode originar.

3. Os criacionistas entendem que, embora alguns aspectos do evolucionismo sejam fundamentados e úteis para a compreensão de muitos fenômenos naturais, há lacunas nesse modo de pensar. Como toda teoria, há alguns pontos no evolucionismo que não são cientificamente sustentáveis e podem ser analisados e apresentados aos estudantes.

4. Atualmente, há vários cientistas criacionistas que fazem boa ciência e apresentam argumentação lógica e importante para ser transmitida. Destacam-se dois biólogos norte-americanos: Leonard Brand e Harold Coffin. Ambos têm artigos publicados nos mais prestigiados periódicos científicos, respectivamente, sobre baleias fossilizadas da Formação Pisco (Peru) e sobre as florestas petrificadas de Yellowstone (EUA). No Brasil, destaca-se o químico e professor da Unicamp, Dr. Marcos Eberlin, que dirige o Laboratório Thomson de Espectrometria de Massas, é membro da Academia Brasileira de Ciências e o terceiro cientista brasileiro mais citado em publicações científicas de renome.

5. O modelo da evolução apresenta lacunas e deve ser confrontado com outras formas de pensar. Por exemplo, o evolucionismo não consegue explicar a origem da vida por processos naturais a partir de matéria não viva. Também não consegue explicar a origem da informação genética de sistemas irredutivelmente complexos e nem o aumento de complexidade que teria acontecido nos organismos durante o processo evolutivo, ou seja, não consegue explicar a origem de novos órgãos, sistemas de órgãos e novos planos corporais que surgem sem formas ancestrais bem definidas.

6. O questionamento dos criacionistas é voltado para alguns pontos do darwinismo e não há nenhum incentivo nem direcionamento a se odiar Darwin – ou qualquer outro ser humano.

7. O ensino criacionista, dentro da Educação Adventista, vai ao encontro do que prevê a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional. A Lei estabelece que os alunos devem criticar objetivamente as teorias científicas como elaborações humanas de representação aproximada da realidade, e que essas teorias estão sujeitas a revisões e até a descarte, e que o Ensino Médio tem, entre suas finalidades, a de capacitar o educando a continuar aprendendo, a ter autonomia intelectual e pensamento crítico.

8. Conforme escreveu a educadora Ellen White, “é a obra da verdadeira educação desenvolver essa faculdade, preparar os jovens para que sejam pensantes e não meros refletores do pensamento de outrem” (Educação, p. 17). Assim, as escolas adventistas entendem que o ensino do contraditório e o contraste de ideias promovem o pensamento crítico. Por isso, são expostos comparativamente nas aulas de ciências os modelos criacionista e evolucionista.

9. O criacionismo, embora tenha um componente religioso, pode ter suas premissas discutidas no contexto científico e ser considerado em sala de aula. Além disso, atualmente, mais do que em outra época, trata-se de um fenômeno cultural, com muitos defensores, mesmo em países cientificamente avançados como os Estados Unidos. Por isso, o criacionismo merece ser conhecido pelos alunos.

10. Os criadores do método científico, cientistas do quilate de Copérnico, Galileu e Newton, não viam contradição entre a ciência experimental e a religião bíblica. Portanto, os criacionistas de hoje se consideram em boa companhia.

A Educação Adventista tem ao redor do mundo 7.442 instituições, 80.883 professores e mais de 1,5 milhão de estudantes. No Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai, Bolívia, Chile, Peru e Equador, são 841 estabelecimentos de ensino (incluindo faculdades), 15.248 professores e 224.311 alunos. A Educação Adventista é reconhecida por sua preocupação em oferecer educação de forma integral, privilegiando não apenas o conhecimento técnico, mas o ensino de princípios morais e de uma vida saudável e feliz.

É por essas razões que a Rede Adventista proporciona aos estudantes todo o conhecimento necessário para seu desenvolvimento, o que inclui o entendimento tanto do modelo evolucionista, quanto do criacionista.

(Michelson Borges e Felipe Lemos)

Fonte: Criacionismo
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