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sexta-feira, 24 de março de 2017

Capitalismo e Socialismo, Globalização e Regionalização (8º Ano - Milton Carneiro)


Olá, alunos do 8º ano do Col. Estadual Milton Carneiro! Segue abaixo os links para os slides sobre Regionalização - Capitalismo e Socialismo;  (Prova 1 - 1º Tremestre): 

Capitalismo e Socialismo:


Globalização da Economia:


Diferentes modos de ver o mundo:


PS: Apesar de estar com o nome de outra escola, são os mesmos slides. A paz de Jesus!


terça-feira, 22 de março de 2016

EUA, Cuba e o Papa

Vivemos numa época em que encontramos um novo pedaço de história a cada dobrar de esquina.

Esta é uma imagem que, ainda há poucos anos, porventura meses, seria totalmente impensável de conceber: o reatamento formal de relações diplomáticas entre a comunista Cuba e os capitalistas EUA, materializado numa visita oficial de estado do presidente americano ao país insular, algo que não acontecia há 88 anos (o que, provavelmente, ultrapassará em muito o tempo de vida de todos quantos lerão este post!).

É uma boa ocasião para relembrar que isto apenas foi possível pela intervenção de bastidores do Vaticano, nomeadamente do Papa Francisco, como reconhecido por ambas as partes.

Ellen White escreveu o seguinte em O Grande Conflito (p. 329): "A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio, está ainda longe de ser destruída. E a profecia prevê uma restauração de seu poder. "Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Apoc. 13:3. A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: "A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Paulo declara expressamente que o homem do pecado perdurará até ao segundo advento. (II Tess. 2:8.) ... Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma."

Reparou bem? A mensageira do Senhor avisou: "Tanto no Velho como no Novo Mundo"! Talvez este cumprimento entre Barack Obama e Raul Castro seja mais um passo para confirmar definitivamente esta profecia.

(Filipe Reis)

quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Consumidos: a lógica do consumo



Palestra apresentada pelo jornalista Michelson Borges, em Foz do Iguaçu, PR (março de 2014).

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

Coreia do Norte aparece sob total escuridão em foto da NASA

Coreia do Norte (ao centro) aparece sob a escuridão entre a China (à esquerda) e a Coreia do Sul (à direita). Foto: NASA
Uma foto tirada na noite do dia 30 de janeiro deste ano por um satélite da NASA mostra como a Coreia do Norte aparece como um buraco negro em um mar de luz no planeta Terra. Na foto, o país comunista aparece completamente no escuro quando comparado a Coreia do Sul e a China, que aparecem muito iluminados.

O fato é consequência da falta de fornecimento de energia no país, com exceção da capital Pyongyang, ao sudeste do país, que aparece iluminada pelas luzes da cidade. O resto da Coreia, que tem uma população de 24 milhões de pessoas, aparece sob total escuridão, quase como o mar entre a Coreia do Sul e a China.

De acordo com o Observatório da Terra da NASA, a emissão de luz a partir de Pyongyang é equivalente a das menores cidades da Coreia do Sul e essas diferenças são ilustradas pelo consumo de energia dos dois países. Enquanto a Coreia do Sul gasta 10.162 quilowatts-hora, a Coreia do Norte gasta 739.
Fonte: Portal Terra

Nota: Alguns dizem que não, só que a imagem parece ser verdadeira, mas que é uma bela de uma propaganda capitalista em detrimento ao comunismo norte-coreano (ao qual não defendo), ah, isso é... Imagem da NASA, que é uma instituição financiada pelo capitalismo norte-americano (que também não defendo)... Uma imagem boa de ser discutida em sala de aula, em Geografia.[ALM]

terça-feira, 29 de novembro de 2011

domingo, 13 de novembro de 2011

Conscientização socioambiental no CAC

Alunos da turma 73 do Colégio Adventista Centenário (CAC) assistindo ao vídeo "A História das Coisas" - Reflexões sobre o consumismo e suas consequências sobre a sociedade e o meio ambiente. Veja o vídeo clicando aqui. 


Alunos da turma 51 assistindo a uma sequência de vídeos sobre os biomas do Brasil. Veja os vídeos clicando aqui.

Idem.

É a Educação Adventista fazendo a sua parte na conscientização socioambiental dos alunos que Deus a incubiu educar, enquanto Jesus não volta.

Prof. André Luiz Marques - Professor de Geografia do CAC

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Stephen Hawking: única chance do ser humano será deixar a Terra

O astrofísico Stephen Hawking afirma que, ao menos que a raça humana colonize o espaço nos próximos dois séculos, vai desaparecer para sempre. Em entrevista ao site Big Think, o cientista diz que a única chance de sobrevivência do ser humano é sair da Terra e habitar novos planetas. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.

"Eu vejo um grande perigo para a raça humana. Houve vezes no passado em que a sobrevivência (do ser humano) foi incerta. A crise dos mísseis de Cuba em 1963 foi uma delas", disse Hawking. "É provável que a frequência dessas ocasiões aumente no futuro. Precisamos de muito cuidado e discernimento para negociar tudo isso com sucesso". Apesar do aviso, Hawking se diz otimista com a possibilidade de colonizarmos novos mundos.

No início deste ano, o cientista havia dito que o ser humano deveria evitar contato com formas de vida alienígenas, já que não temos certeza se elas seriam amigáveis. Desta vez, o astrofísico afirma que o próprio modo de vida da humanidade pode fazê-la desaparecer.

"Nossa população e o uso de recursos finitos do planeta Terra estão crescendo exponencialmente, assim como nossa capacidade técnica para mudar o ambiente para o bem e para o mal", diz Hawking. "Contudo, nosso código genético carrega instintos egoístas e agressivos que foram vantagens necessárias para a sobrevivência no passado [isso se deu após o amaldiçoamento da Terra e seus moradores logo após a entrada do pecado no mundo, onde a "lei da sobrevivência" passou a prevalecer]. Será difícil evitar o desastre nos próximos 100 anos, ainda mais nos próximos mil ou 1 milhão".

Hawking já havia falado sobre a possibilidade de ser criada uma espaçonave capaz de viajar para o futuro. Ou seja, o equipamento utilizaria a viagem no tempo (apenas para o futuro) para atravessar grandes distâncias. Segundo a previsão de Hawking, a nave levaria seis anos para atingir sua capacidade máxima - 98% da velocidade da luz -, enquanto que um dia nela seria equivalente a um ano na Terra. Assim, após 80 anos, ela seria capaz de chegar aos limites de nossa galáxia.

Fonte: Redação Terra

Nota: Concordo com Hawking quando sobre a previsão de autodestruição do homem muito em breve se algo não mudar radicalmente. A história da humanidade, a partir da entrada do pecado no mundo, foi marcada por guerras - por diferentes motivos - e pela exploração, seja da natureza ou do semelhante. Especialmente, a partir da vigência do sistema capitalista de acumulação e exploração, sobretudo a partir do início da Industrialização, o processo de destruição do homem por ele mesmo vem sendo acelerado e intensificado, de forma que o consumismo só "pensa" no aqui e no agora, sem medir as consequências para o futuro da humanidade. Acrescento que se não fosse Deus impondo limites à maldade (Apocalipse 7:1), a vida na Terra já haveria sido destruída por uma guerra nuclear, por exemplo. A solução dada por Hawking seria paliativa (se fosse concretizada), pois o coração do homem continuaria mau em outro planeta e certamente só prolongaria certo tempo até que não haja mais solução humana para isso. Como um vírus se espalha pelo ambiente, contamina e destrói os seres vivos, assim é o caso do homem enquanto escravo do pecado.

Por outro lado, o meio pelo qual tenho esperança da humanidade continuar a existir é somente pela misericórdia de Deus, que preparou o Céu para aqueles que O amam e guardam os Seus mandamentos (Apocalipse 14:12). Este mundo está condenado à destruição, mais cedo ou mais tarde, e a única esperança está no plano da salvação em Jesus Cristo, que virá para buscar os Seus para reinar com Ele no Céu durante o milênio, e posteriormente irá restaurar a Terra para voltar a ser nossa morada (Isaías 66:22 - leia o v. 23 também, é interessante), mas agora sem mancha alguma de pecado e suas consequências, pois "as primeiras coisas já passaram." (Apocalipse 21:4).

Hawking, como um ateu convicto, tem esperança em seu próprio conhecimento para "salvar" a humanidade do que certamente virá. Porém, ele mesmo ajuda (involuntariamente) a pregar o fim do mundo revelado na Palavra de Deus - é o mundo pregando o fim do mundo -, e isso são sinais do fim dos tempos. Quem sabe um dia ele se dá conta de que nem ele sendo tão inteligente (se sábio, não sei) poderá ajudar a mudar a rota de autodestruição humana frente ao seu próprio egoísmo e agressividade - que ele considera um mau necessário - para com a natureza e o próximo, percebendo que a Bíblia já dá a solução adequada para isso, bastando somente aceitá-la e praticar os seus ensinos. A única chance do ser humano se salvar da extinção será deixar a Terra sim, mas para morar com o Rei do universo. Claro que acreditar em Hawking ou em Deus é uma questão de fé e cabe a cada um exercê-la como quiser. Eu fico com as promessas de Deus, que nunca falharam e não hão de falhar, "... porque sei em quem tenho crido e estou certo de que ele é poderoso para guardar o meu depósito até aquele Dia." (II Timóteo 1:12). [ALM]

sexta-feira, 9 de julho de 2010

Darwinismo social, racismo e imperialismo

[A seguir, apresento um trecho interessantíssimo do livro O Imperialismo, escrito pelo já falescido (2007) Dr. Héctor H. Bruit, que foi doutor pela USP, Livre Docente pela UNICAMP e pesquisador do Centro de Memória da UNICAMP. Li este livro como parte do material a ser estudado na disciplina de Organização do Espaço Mundial, do curso de Geografia - UEM. O trecho se refere a uma análise de um dos principais fatores que motivaram a expansão colonial dos países imperialistas (em especial, a partir do século XIX), o darwinismo social, que deu base para a repugnante ideia da superioridade racial]

(...) Também é necessário lembrar outras motivações que, parcialmente, constituem outras tantas explicações do processo de colonização mundial. Assim, foi notória a visão de que a colonização era uma missão civilizadora de uma raça superior, a branca. Esta convicção baseava-se na superioridade que o europeu e o americano viam em suas instituições políticas, na organização da sociedade, no desenvolvimento industrial. Ao mesmo tempo, esta imagem era estimulada por doutrinas marcadamente racistas, como a elaborada pelo filósofo inglês H. Spencer, conhecida por "darwinismo social". Segundo essa filosofia, a Teoria da Evolução de Darwin podia ser aplicada perfeitamente à evolução da sociedade. Assim como existia uma seleção natural entre as espécies, ela também existia na sociedade. A luta pela sobrevivência entre os animais correspondia à concorrência capitalista; a seleção natural não era nada além da livre troca dos produtos entre os homens; a sobrevivência do mais capaz, do mais forte era demonstrada pela forma criativa dos gigantes da indústria que engoliam os competidores mais fracos, em seu caminho para o enriquecimento. O sucesso dos negócios demonstrava habilidade superior de adaptação às mudanças; o fracasso indicava capacidade inferior. Por estas razões, a intervenção do Estado era prejudicial, já que interrompia o processo pelo qual a natureza impessoal premiava o forte e eliminava o fraco.

Em outras palavras, se a luta pela existência resultava na sobrevivência e predomínio dos animais e plantas mais capazes, como afirmara Darwin, uma luta semelhante se produzia entre as raças humanas e as nações com idênticos resultados. Esta dura concorrência em âmbito internacional, que justificava a conquista e destruição de sociedades inferiores, era feita em nome do progresso.

Um autor da época, Edmond Desmolins, escrevendo sobre o conflito com os boêres da região do Cabo, na África, formula a questão da seguinte forma:

"Quando uma raça se mostra superior a outra nas manifestações da vida nacional, de modo inevitável, termina por dominar a vida política e impor, de modo permanente, sua superioridade. Seja que esta superioridade se reafirme por meios pacíficos, seja pela força das armas, chega um momento em que fica estabelecida oficialmente. Afirmei que esta lei é a única que explica a história da raça humana e as revoluções dos impérios e que, além disso, esclarece e justifica a apropriação, pelos europeus, do territórios da Ásia, África e Oceania, e todo o processo de nosso desenvolvimento colonial".

Escrevendo sobre a vida e façanhas de Hubert Hervey, alto funcionário da British South African Chartered Co., o conde Grey acaba concluindo que o branco, e particularmente o inglês, é o único que sabe governar, o que lhe outorga direitos indiscutíveis para dominar as raças de cor evidentemente inferiores:

"Provavelmente todo mundo estará de acordo que um inglês tem direito a considerar que sua forma de entender o mundo e a vida é melhor que a de um hotentote ou um maori e ninguém se oporá, em princípio, a que a Inglaterra faça o possível para impor a estes selvagens os critérios e modos de pensar ingleses, posto que são melhores e mais elevados. Há alguma probabilidade, por remota que seja, de que num futuro previsível possa desaparecer o abismo que agora separa os brancos dos negros? Pode haver alguma dúvida de que o homem branco deve impor e imporá sua civilização superior sobre as raças de cor?..."

No entanto, como os darwinistas sociais estabeleceram, não só o branco é superior ao homem de cor, como tem o direito indiscutível de apoderar-se de tudo o que o negro, o índio e o amarelo não sabem usar convenientemente. Este princípio é usado em nome da humanidade e não se discutem os meios. A natureza foi injusta porque repartiu de forma desigual os recursos, deixando em mãos de povos inferiores riquezas que os povos mais capacitados não podem aproveitar. É justo que tal estado de coisas se prolongue indefinidamente? Esta é a pergunta que se formula um dos mais intransigentes defensores do imperialismo francês, Albert Sarrault, respondendo que, em nome da humanidade, esta injustiça não pode ser admitida. A desigualdade criada pela natureza deve ser eliminada em nome da humanidade, ainda que isto crie a desigualdade entre os homens.

Em um livro publicado em 1931, Grandeza y servidumbres coloniales, Sarrault expôs seus argumentos com fria e cega convicção. Vejamos alguns trechos:

"Em nome do direito de viver da humanidade, a colonização, agente da civilização, deverá tomar a seu encargo a valorização e a circulação das riquezas que possuidores fracos detenham sem benefício para eles próprios e para os demais. Age-se, assim, para o bem de todos. A Europa não abandonará, absolutamente, sua autoridade colonial. Apesar de alguns perigos e de algumas servidões que a Europa deve suportar e de algumas compulsões para abdicar que recebe, não deve desertar de sua linha colonial. Ela está no comando e no comando deve permanecer. Eu nego com todas minhas forças e repudio com toda a energia de meu coração todas as tendências que procuram, tanto para a Europa como para meu país, o despejo da tutela ocidental nas colônias".

Representantes da Igreja defenderam este princípio de "direito de colonização" que na realidade é um "direito à violência" contra o mais fraco [isso aconteceu porque aqueles foram cegados pela tradição, se esquecendo da Palavra de Deus, a Bíblia. Lembrando, por exemplo, os erros cometidos pelos jesuítas: Primeiro desconsideraram os indígenas como sendo gente (baseados em concepções erradas sobre o que vem a ser alma), apoiando sua tentativa de escravização junto aos outros colonizadores; depois, procuraram os catequizar por meios errados, à força e não pela paz que emana do evangelho em si, que diz que todos somos iguais perante Deus e somos livres para aceitar ou não o plano da Salvação em Cristo Jesus]. E isto não é surpreendente, pois a teologia [apóstata] espanhola do século XVI formulou toda uma teoria para justificar a conquista da América. Alguns dos princípios formulados por Francisco de Vitoria em Relecciones teológicas, particularmente o da "guerra justa", serão retomados por leigos e eclesiásticos da época do imperialismo moderno. Por exemplo, as seguintes palavras do reverendo padre Müller, transcritas por um católico defensor do imperialismo francês, J. Folliet, doutor em filosofia tomista:

"A humanidade não deve, nem pode aceitar mais que a incapacidade, a negligência, a preguiça dos povos selvagens deixem indefinidamente sem emprego as riquezas que Deus lhes confiou, com a missão de utilizá-las para o bem de todos. Se forem encontrados territórios mal-administrados por seus proprietários, é direito das sociedades — prejudicadas por esta administração defeituosa — tomar o lugar destes administradores incapazes e explorar, em
benefício de todos, os bens dos quais eles não sabem tirar partido".

Poder-se-ia pensar que estas idéias não passavam de simples curiosidades arqueológicas européias, mas, em um país tão novo como os Estados Unidos, a visão racista da colonização foi alimento nacional. Ali, a doutrina do Destino Manifesto, inspirada do darwinismo social, serviu para justificar todo o expansionismo do século XIX, primeiro contra os índios para conquistar as terras do Oeste, depois para construir um império econômico e político no ultramar.

A doutrina era uma espécie de sentimento com vistas a um objetivo final, com a proteção da Divina Providência [Deus não tinha nada que ver com isso, obviamente. a Bíblia, bem lida, sempre demonstrou isso. Saiba que Ellen White, precursora da Igreja Adventista do Sétimo Dia, que viveu no século XIX e início do XX, nos Estados Unidos, não defendia o racismo e ensinava isso a todos que tinha acesso. Clique aqui, aqui e aqui para constatar]. Em 1885, o pastor Josiah Strong escreveu que os anglo-saxões estavam encarregados pela divindade de ser os guardiães da espécie humana e que Deus os havia preparado para a guerra final entre as raças [Strong era o pastor ou o lobo?]. Os anglo-saxões deviam estender-se sobre toda a superfície terrestre, começando pelo México, América Central e do Sul, sobre a África e sobre todo o mundo. (...)

[Páginas: 8-12]

Referência:

BRUIT, Héctor H. O imperialismo. Atual: São Paulo, 1999.

Resumo do livro: aqui.

Nota: Lembro que a ideia geral do criacionismo bíblico é a igualdade entre todos, independente de condição ou raça; já para o darwinismo, isso é indiferente, pois a "lei" da sobrevivência do mais forte é que determina a prevalência ou não de uma espécie ou subespécie. O Holocausto promovido por Hitler teve influência do darwinismo social, como muitos sabem, sendo que matou muito mais gente que a Igreja, no período das Cruzadas e Inquisição somadas, por exemplo (não estou defendendo a ICAR, pelo contrário, mas expondo apenas a realidade). De fato, a relação dialética na natureza vem ocorrendo, mas não foi sempre assim, pois a Bíblia diz que a Terra teve que ser amaldiçoada por causa do pecado do homem. Mas o homem, consciente disso e buscando voltar aos princípios da vida, deve procurar a harmonia com tudo e todos que o cercam, conforme orientações de Deus. Um dia essa dialética vai acabar, com a criação de novos céus e nova Terra, segundo a esperança na breve vinda de nosso Criador, Salvador e futuro Restaurador, Jesus. [ALM]

Leia também: A Bíblia não apoia a escravidão
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